RIO - Um homem e seu harém. Nos EUA, a ideia não é tão absurda quanto parece. Enquanto em 2001 apenas 7% dos americanos viam a prática da poligamia como algo "moralmente aceitável", agora 16% considera que é favorável, de acordo com uma pesquisa feita pelo instituto Gallup.
Apesar de o percentual ainda dizer respeito a uma minoria, há de se considerar que, entre os 19 "tabus" abordados pelo estudo, a questão da poligamia foi a que experimentou a maior mudança no sentido de aceitação. Em seguida, vêm as relações homossexuais, ter uma criança fora do casamento, divórcio e pesquisas médicas em células-tronco obtidas de embriões humanos.
Atualmente, nos EUA, é ainda mais aceitável ser polígamo do que manter casos extraconjugais (que apenas 8% dos americanos consideram moralmente permissível).
A cultura pop pode ter contribuído para democratizar a poligamia, que virou tema da série "Big Love", da HBO, e de dois reality shows, "My Five Wives" e "Sister Wives". Mas, segundo o jornal francês "Figaro", há quem atribua esse desenvolvimento a "uma visão libertária, um laissez-faire dos jovens americanos em relação a sexo, casamento e vida familiar" enquanto outros veem um "colapso de valores" ou uma consequência do lobby LGBT.
A origem desta mudança, no entanto, pode ser mais complexa porque a prática polígama tem várias influências, diz Samantha Allen, jornalista do site "Daily Beast". Segundo ela, os polígamos nos EUA estariam entre 50 e 100 mil pessoas, a maioria mórmons fundamentalistas e muçulmanos, sendo que a maioria é polígama (um homem com várias mulheres) e não poliândrico (uma mulher com vários homens).
Alguns observadores já preveem a legalização - ela será reconhecida "em 2040, em meio à indiferença geral", disse o colunista Ross Douthat, em um artigo do New York Times -, mas ainda há um caminho a ser percorrido. Até porque a prática continua muito associada a problemas como violência doméstica, crimes, doenças mentais e estupro. Há, portanto, pouco risco de ver tão cedo uma multiplicação de famílias com um homem e várias mulheres - e vice-versa - que vivem sob o mesmo teto.
Leia mais sobre esse assunto em http://ela.oglobo.globo.com/vida/poligamia-cada-vez-mais-popular-nos-estados-unidos-16414987#ixzz3cqMZmHM6
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Casal de Macatuba passa dois anos sem se beijar antes de casamento
Dois jovens de Macatuba (SP) recém-casados passaram dois anos namorando à moda antiga. Sem toques e beijos, Géssica Pereira de Freitas dos Santos e Rafael Diego Martins dos Santos tiveram tempo para se conhecer e aprenderam a conversar, a serem amigos e a planejar um futuro juntos.
“O nosso relacionamento, quando a gente ficou sem contato físico, cresceu demais. A gente se conheceu muito. A gente teve objetivos juntos, sonhos juntos, porque a gente não tinha o que fazer, você não pode ficar beijando, beijando”, brinca Géssica.
A maquiadora, de 27 anos, e o analista de TI, de 28 anos, começaram a namorar em abril de 2011. Como muitos jovens, eles se conheceram pelas redes sociais, passaram meses conversando, se encontraram e, depois do primeiro beijo, começaram a namorar. A diferença é que, mesmo afastada da igreja evangélica, Géssica continuava com seu desejo de casar virgem. Apesar de se beijarem, Rafael entendeu o propósito da namorada.
Quando eles começaram a namorar, Géssica foi a um evento da igreja e decidiu que se fosse para continuar com Rafael seria do jeito que Deus planejava. “Eu falei para Deus que se fosse para gente continuar o namoro era para o Rafael se converter, sem eu nem falar nada.”
Rafael, que é de família católica, mas já não frequentava religião, também decidiu que os dois teriam um “namoro santo”, como é chamado o relacionamento sem beijos e toques. “Eu fui chorando, aquilo foi extremamente bizarro, porque eu ia contra tudo e, de repente, eu estava lá”, lembra Rafael.
Mas o processo não foi simples. O casal demorou dois anos até parar totalmente com os beijos e abraços mais apertados. Até então, os dois sentiram na pele o sofrimento de resistir às tentações. “Nós vivíamos no limite. Qualquer beijo a mais já era difícil segurar”, lembra Géssica.
Rafael conta que não casou virgem, mas já estava cansado das experiências que teve. “Para mim, liberdade era fazer sexo com quem eu queria, era não ter que dar bom dia no dia seguinte, mas eu me vi em um ponto de me machucar com isso. E eu sei o quanto eu mudei com isso. Para mim, namoro era só uma forma de conseguir sexo mais fácil. Depois percebi que é um caminho para o casamento.”
Namoro santo
Depois que decidiram se guardar para o casamento, os dois passaram dois anos sem qualquer toque e o estranhamento aconteceu. “Para cumprimentar nós não sabíamos o que fazíamos. Porque a gente tinha mania de se beijar, era normal. A hora que ia beijar para falar tchau, nós parávamos e falávamos: E agora? Beija ou não beija?”, conta Géssica. “A gente não sabia mais o que conversar”, lembra Rafael.
Foi então que eles começaram a reaprender o que fazer no relacionamento e a conversar mais e a encontrar no outro os objetivos em comum. Para o casal, foi como se eles tivessem que se conhecer de novo e ter respeito pela decisão e um pelo outro. “Quando os relacionamentos são baseados no físico e a atração acaba, acaba o objetivo e, por isso, muitos relacionamentos acabam”, acredita Géssica.
E quase na hora do casamento, ainda faziam questão de esperar, mas precisavam treinar para o dia do casamento. Nas fotos de ensaio tiveram que dar alguns beijos, mas não sabiam como agir. “Parecia que a gente estava se empurrando. Elas mandavam nos abraçar, mas era muito estranho”, lembra Géssica.
Casamento
Rafael e Géssica se casaram na cerimônia civil e apenas quinze dias depois na religiosa e finalmente tiveram o grande momento do beijo. “Pensamos agora pode, que delícia. Está selado nossa relação, temos liberdade”, lembra Géssica.
Géssica lembra que o objetivo de esperar para casar sem beijos não é o sexo. “Acho errado quem casa com 20 anos com o objetivo do sexo, que é a mesma coisa que namorar com o objetivo do sexo. Por isso, ficamos dois anos nos conhecendo. O objetivo era construir uma vida juntos e não uma vida de sexo juntos.”
O casal ainda aproveita a lua de mel, mas garante que valeu a pena esperar. “Como se fosse começo de namoro, qualquer coisa já vamos namorar um pouquinho, mas também conversamos muito”, confidencia Géssica, que não se arrepende de ter esperado. “Se eu pudesse voltar, teria dado o primeiro beijo no altar.”
http://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2015/06/casal-de-macatuba-passa-dois-anos-sem-se-beijar-antes-de-casamento.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição
Julio Cesar disse:
Temos aqui dois casos
totalmente diferentes. Um, estar à relação desordenada entre as pessoas de sexo
diferente, ou de mesmo sexo. O sistema de troca, ou multiplicação de parceiros,
mostra que a humanidade estar completamente perdida, desorientada. Ao amor
acabou. A onda do momento, e que tem a maior probabilidade de virar uma tsunami,
é esse tipo de suruba.
Outra, estar um casal
que prefere fazer tudo certo, da maneira certa, porque tem dentro deles, algo
que não existe mais: Amor e Respeito. É fácil traduzir esse cenário: O homem
estar vazio. Buscamos em tudo e em todos, algo que nos preencha, que nos dê
sentido. Provamos de tudo, e nada consegue saciar essa sede. Usamos um, dois, três
ou mais pessoas, e não ficamos satisfeito. Procuramos algo. Onde encontrar? A
resposta é Deus.
O ser humano foi feito
para Deus, foi feito para uma felicidade verdadeira e não essa que fica a
mendigar amor e somente recebe minguados trocados. O ser humano, quando estar
totalmente vazio de tudo, e por isso busca muitas forma de viver, de fato, ele
estar procurando Deus. Mas, o procura de forma errada e em lugares errados.
O casal que decidiu
trilhar esse caminho, para muitos, soa como loucura até a rejeição de um beijo.
Mas, é fácil explicar:
Géssica Pereira de Freitas dos Santos e Rafael Diego
Martins dos Santos tiveram tempo para se conhecer e aprenderam a conversar, a
serem amigos e a planejar um futuro juntos. Para Rafael, que estava
afastado da vida religiosa, ficar dessa maneira, era um desafio. Pois, existe
dentro de nós, essa desordem humana causada pelo pecado. E que cabe a nós
controlar. Dizer NÃO ao pecado. Não somos somente carnes. Temos coração,
sentimentos, choramos, sentimos dores. Não somos animais irracionais, somos
filhos de Deus. O pecado é que nos faz as vezes de pessoas insensíveis, cruéis.
Rafael por amor a Deus em sua namorada, resistia a tudo isso, e foi até o
final. Houve uma mudança na vida de Rafael -
Rafael conta que não casou virgem, mas já estava cansado das experiências que
teve. “Para mim, liberdade era fazer sexo com quem eu queria, era não ter que
dar bom dia no dia seguinte, mas eu me vi em um ponto de me machucar com isso.
E eu sei o quanto eu mudei com isso. Para mim, namoro era só uma forma de
conseguir sexo mais fácil. Depois percebi que é um caminho para o casamento.”
É possível SIM ser feliz da maneira certa. É possível
SIM o amor que dure a eternidade. É possível. Tudo com Deus é possível, sem
Deus nada é possível. Tudo é engano. Quando fazemos do nosso corpo, um abrigo
para o pecado, para as coisas erradas, estamos ferindo o coração de Deus. Deus
nos ama, e nem os nossos pecados, por pior que seja, consegue apagar o seu amor
por cada um de nós. Acontece que, o meu pecado, não pode se tornar um
animalzinho de estimação. Tenho que dizer NÃO ao pecado. Nascemos para o céu, e
não para sermos escravos do inferno.
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