quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Homilia Diária.55: Terça-feira da 31.ª Semana Comum (I) - O convite do S...

Homilia Diária.56: Quarta-feira da 31.ª Semana Comum (I) - Como não amar...

'Epidemia' silenciosa mata meio milhão de americanos, diz estudo



RIO — A taxa de mortalidade de americanos brancos de meia-idade teve um aumento significativo ao longo dos últimos 15 anos, revela uma nova pesquisa da Universidade de Princeton, nos EUA. O número de mortes chega a quase meio milhão de pessoas, o que é comparável à quantidade de óbitos relacionados à Aids. Isso faz com que os pesquisadores classifiquem a situação como uma “epidemia” silenciosa.

Os cientistas relatam um crescimento acentuado de mortes entre pessoas brancas de meia-idade — dos 45 aos 54 anos —, entre 1998 e 2013, em decorrência de drogas e álcool, suicídio, doença hepática crônica e cirrose. Essas seriam as grandes responsáveis pelo “boom” do índice de mortalidade do país, que, como ressaltam os pesquisadores, reverte décadas de progresso. O mesmo padrão não é visto em outros países desenvolvidos, nem é visto entre os afro-americanos ou hispânicos nos Estados Unidos.

Entre os especialistas que participaram do estudo, está Angus Deaton, que recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2015. Os resultados foram publicados nesta segunda-feira, 2, na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences” (PNAS).

Embora as taxas de mortalidade relacionadas a drogas, álcool e suicídios tenham aumentado para os brancos de meia-idade em todos os níveis de escolaridade, o crescimento maior foi observado entre aqueles com menos ensino. Para aqueles com um diploma do ensino médio ou menos, as mortes causadas por intoxicação em conseqüência de drogas e álcool subiu quatro vezes mais; os suicídios aumentaram em 81%; e as mortes causadas por doenças do fígado e cirrose aumentaram em 50%.

ÍNDICE DE 2% DE MORTES AO ANO

De acordo com cálculos dos pesquisadores, caso a taxa de mortalidade entre brancos de meia idade se mantivesse a mesma de 1998, o número de vidas salvas até 2013 seria de 96 mil. Caso a taxa tivesse continuado a cair no mesmo ritmo que caiu entre 1978 e 1998, aproximadamente 488.500 mortes teriam sido evitadas. Neste último período, a taxa de mortalidade para americanos brancos de meia-idade caiu 2% ao ano, em média, o que combinava com as quedas de mortalidade observadas em outros países ricos, incluindo França, Alemanha, Reino Unido e Suécia.

A partir de 1998, no entanto, o cenário mudou. As taxas de mortalidade entre os americanos de meia-idade começou a subir a um ritmo constante de 0,5% ao ano. Esta reviravolta foi específica para os brancos, descobriram os pesquisadores. Para afro-americanos e hispânicos nos EUA, as taxas de mortalidade diminuíram em 2,6% e 1,8% ao ano, respectivamente.

Os autores da pesquisa observam que o estresse financeiro pode ter desempenhado um papel importante para esse cenário. A renda familiar média de brancos não-hispânicos começou a cair no final de 1990, e a estagnação dos salários continua a atingir especialmente aqueles com ensino médio ou menos educação.

A alta nas taxas de mortalidade também coincide com uma queda nas auto-avaliações positivas sobre saúde, saúde mental e capacidade de lidar com a vida diária, neste mesmo período, contam os cientistas. Mais brancos de meia-idade, em 2013, relataram mais dor crônica e apresentaram piora na qualidade da função hepática em comparação com os da mesma idade em 1999. E mais: a fração da mesma faixa etária que relatou ser incapaz de trabalho duplicou ao longo deste período.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/epidemia-silenciosa-mata-meio-milhao-de-americanos-diz-estudo-17947790#ixzz3qWNqczUg
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Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição





Julio Cesar disse:

Homem entra na Justiça para conseguir se casar com seu 'filho adotivo'




O americano Nino Esposito, da Pensilvânia, nos Estados Unidos, está lutando na justiça para conseguir se casar com Roland Bosee, que ele "adotou" em 2012.

Segundo informações do Pittsburgh Post Gazette, a prática de "adotar" o amante tornou-se comum entre casais homossexuais americanos, que viam uma alternativa para conseguirem ficar juntos "oficialmente".

Nino, de 78 anos, e Roland, de 68, se conheceram em 1970 e estão juntos desde então. Apesar dos mais de 40 anos de relacionamento, os dois não acreditavam que um dia a lei iria favorecê-los, e por isso decidiram manter a relação de "pai e filho".

"Nós nunca pensamos em nossas vidas, ou em 20 vidas, que o casamento entre pessoas do mesmo sexo seria real", afirmou Roland.

Para a surpresa dos dois, a Suprema Corte dos EUA legalizou o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo no dia 26 de julho deste ano. Agora, o casal busca selar sua união de "forma correta".

Apesar do juiz Lawrence J. O'Toole, que está sob o comando do caso, dizer que se sensibilizou com a situação de Nino e Roland, ele declarou que não tem nada o que possa fazer, já que se trata de "pai e filho".

Entretanto, a professora de direito, Nancy Polikoff, discorda da decisão. "Tribunais de muitos Estados estão concordando em desfazer essas adoções", informou Nancy. "Mas também não me surpreende que um juiz não permita", concluiu.

O caso continua em andamento.



http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/da-para-acreditar/homem-entra-na-justica-para-conseguir-se-casar-com-seu-filho-adotivo?cmpid=fb-uol
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição





Julio Cesar disse:


Não tenhamos medo


Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição





Julio Cesar disse:

Palavra do dia 04/11/2015





Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição






Julio Cesar disse:

Somente o amor pode mudar todas as coisas. Sem amor, não temos vida. Olhemos para tudo o que nos cerca, e veremos um grande caos em que estamos. Tudo isso, por falta de amor. Queremos amar do nosso jeito e forma. Um amor interesseiro, usual, descartável.

Quando procuramos “amar” da nossa forma, selecionamos as pessoas, e excluímos as demais. Quando procuramos “amar” da nossa forma, dividimos a sociedade. Criamos os bolsões dos excluídos. E cada vez mais, o mundo vai piorando. As famílias vão se destruindo, porque acreditamos em um “amor” falso, um “amor” de novela.

O nosso nascimento, deveria celebrar o amor de Deus para a humanidade. O nosso nascimento é para ajudar aquelas pessoas a descobrir a beleza que o ser humano é como imagem e semelhança de Deus. Estamos invertendo as coisas, e adoecendo com isso.

O demônio estar nos engando. O demônio estar nos oferecendo um “amor” muito barato. O amor verdadeiro, é doação, é fidelidade, e não algo mais ou menos. O amor é verdade, e não uma construção ideológica, bonitinha para a sociedade. O amor precisa ser fiel, mesmo que o outro falhe. Quando alguém desiste de amar, continuemos o caminho deixado por ele até o final. Tudo por amor a Deus que foi até a Cruz.

Genesis 3: A serpente era o mais astuto de todos os animais dos campos que o Senhor Deus tinha formado. Ela disse a mulher: É verdade que Deus vos proibiu comer do fruto de toda árvore do jardim?” A mulher respondeu-lhe: Podemos comer do fruto das árvores do jardim. Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: Vós não comereis dele, nem o tocareis, para que não morrais.” “Oh, não! – tornou a serpente – vós não morrereis! Mas Deus bem sabe que, no dia em que dele comerdes, vossos olhos se abrirão, e sereis como deuses, conhecedores do bem e do mal.”

O mundo estar dessa forma, porque a humanidade NÃO se voltou para o verdadeiro amor que é Deus na qual, estar expresso em seu Filho Jesus Cristo na Cruz. O filho nos revelou quem é o Pai. O Filho nos revelou como Deus ama essa humanidade. Sem Deus estamos mutilando o amor. Estamos fazendo do amor, algo que acredito que seja, mais, não é.

O nosso amor estar tão desordenado que tudo o que vemos de criatura, vamos nos apegando, e acreditando ser tais coisas o nosso porto seguro. Ame-se animais, casa-se com animais. Ame-se da forma desigual, tudo para preencher o vazio que temos dentro de nós, na qual, esse mesmo vazio, somente Deus pode preencher.


Dou-lhes um exemplo: Estamos sempre inquietos. Estamos sempre a procura de algo para tentar saciar essa nossa sede de felicidade que existe dentro de nós. Jogamos-nos no mundo, nas mais diversas coisas, e delas, tentamos extrair esse algo que nos cale, que nos preenche. E, quando não encontramos, ficamos frustrados, doentes, depressivos, ou vamos à procura, mesmo que experimentemos de tudo. Há uma ansia do homem por algo. Mas, enquanto o homem não parar e perceber o quanto é em vão essa louca procura por uma felicidade que as coisas criadas não podem lhes dá, ele nunca vai ser feliz de verdade.

Há somente uma felicidade que sacia por inteiro o homem: Deus. E, quando o homem encontra-se com seu criador, o homem começa a ver quem ele é, e para qual foi criado. No Salmo, o salmista vem mostrar a alegria do homem quando ele encontra o seu criador, e quão feliz se torna a sua vida por conta disso. A felicidade do homem é plena. Sua vida estar regulada na vontade de Deus, e não mais na busca de tantas coisas erradas. O homem se ver como filho, e não mais como coisa, algo usual, desprezível, descartável. O homem ver que ele faz parte de um todo, e não algo isolado. O homem também ama, e se compromete com o outro, porque o outro, precisa conhecer esse amor verdadeiro e transformador.

No Evangelho, Jesus Cristo nos mostra que, para viver esse amor, devemos estar desapegados de tudo e de todos. Por mais legitimo que seja os nossos, eles não são mais importante que Deus. São presentes de Deus para que neles, amassemos mais a Deus. Para que neles e por eles, ajudássemos a manifestar ao mundo o amor de Deus. Tudo o que temos, e somos, não é algo somente para mim, um tesouro fechado. Tudo é para a gloria de Deus para manifestar o seu Reino. Por isso, é perda de tempo nossa, acreditar que tudo o que nos rodeia, seja eterno. Tudo passa. Somos de Deus, e voltaremos a ele cedo ou tarde.

Nascemos para o amor. O demônio que é invejoso, doente, mentiroso, tenta nos fazer acreditar que Deus não nos ama de verdade e por isso, devemos ser pessoas independentes, que não precisam de Deus para nada. Não. Precisamos de Deus. Precisamos de Deus para amar de verdade. Sem Deus não somos nada.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Cristã no Paquistão é queimada viva por negar-se a casar com um muçulmano e deixar a fé


MADRI, 29 Out. 15 / 03:25 pm (ACI).- Sonia Bibi, uma jovem cristã com apenas 20 anos, vivia em Multan (Paquistão), foi encharcada de gasolina e queimada viva após se recusar casar com um muçulmano, o qual supostamente a obrigou a renunciar a sua fé. Felizmente não morreu, mas ficou com 80% de seu corpo coberto com queimaduras graves.

Seu pretendente, Latis Ahmed, foi preso.
Segundo aponta o jornalista Paolo Affatato da agência Fides, as mulheres pertencentes a minorias religiosas no Paquistão são estupradas, abusadas e obrigadas a casar contra sua vontade.
Aproximadamente mil jovens sofrem algumas destas consequências, mas quando se trata de mulheres hindus ou cristãs (principais minorias religiosas no Paquistão), sua situação é ainda mais vulnerável, porque os homens muçulmanos sentem a certeza da impunidade e, muitas vezes, contam até com o apoio da polícia.
“É muito difícil conseguir a punição dos responsáveis. Muitas vezes, nesses casos, a polícia não age, ou, pior, fica a favor dos estupradores”, diz o advogado cristão Sardar Mushtaq Gill, que tem acompanhado vários casos.
“As famílias cristãs são pressionadas a fim de que retirem as queixas e por isso estas histórias poucas vezes vêm à tona”, acrescentou o advogado.
“O crime de conversão forçada ao islã é generalizado, mas não é levado em devida consideração pelas autoridades civis”.
http://www.acidigital.com/noticias/crista-no-paquistao-e-queimada-viva-por-negar-se-a-casar-com-um-muculmano-e-deixar-a-fe-11030/
Paquistanesa morre queimada após recusar pedido de casamento



Uma jovem paquistanesa morreu nesta terça-feira por queimaduras causadas pelo homem com quem se recusou a casar, informou o médico do hospital de Multan, no Paquistão. Sonia Bibi, de 20 anos, foi internada no mês passado e comunicou à polícia que seu ex-namorado, Latif Ahmed, jogou óleo e ateou fogo nela após a recusa do pedido de casamento. A equipe médica do hospital acreditava que a jovem se recuperaria da queimadura, mas seus ferimentos infeccionaram e ela faleceu na manhã dessa terça, informou Naheed Chaudhry, médico chefe do hospital que a atendeu. Por volta de 45 a 50% de seu corpo foi queimado no ataque, afirmou Chaudhry.

O incidente ocorreu numa vila remota do distrito de Multan, na província de Punjab. A polícia prendeu o ex-namorado de Sonia, de 24 anos. A investigação policial concluiu que o acusado tinha ateado fogo às roupas da mulher depois de ela ter recusado o pedido de casamento. Segundo Sonia, ela não estava mais apaixonada por Latif, por isso negou a proposta. Todos os anos, centenas de mulheres são mortas no Paquistão devido à violência doméstica ou a crimes cometidos em nome da honra da família. Segundo a Fundação Aurat, grupo que trabalha na defesa dos direitos das mulheres, mais de 3.000 paquistanesas foram vítimas de ataques semelhantes desde 2008.

(Da redação)
http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/paquistanesa-morre-queimada-apos-recusar-pedido-de-casamento
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição




Julio Cesar disse: