segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Há ou não há um lobby para ampliar a legalização do aborto com o pretexto do Zika Vírus?


REDAÇÃO CENTRAL, 01 Fev. 16 / 07:30 pm (ACI).- No Brasil, já são 3.448 casos investigados de microcefalia, além dos 270 comprovados. Neste cenário, um grupo de ativistas indicou que apresentará ao Supremo Tribunal Federal (STF) ação para pedir o direito ao aborto em gestações de bebês com tal síndrome. Em resposta, o presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, Prof. Hermes Rodrigues Nery, denuncia que “o governo brasileiro e fundações internacionais usam o Zika vírus para alargar a agenda do aborto no país”.
Segundo entrevista concedida à BBC Brasil pela antropóloga Debora Diniz, do Instituto de Bioética Anis, o mesmo grupo de advogados e acadêmicos que apresentou em 2004 o pedido de aprovação do aborto em casos de anencefalia (aprovado em 2012) entrará agora com uma ação em relação à microcefalia.
O grupo argumentará que o Estado é “responsável pela epidemia de Zika”, uma vez que não erradicou o mosquito transmissor, o Aedes Aegypti, e que as mulheres não podem ser “penalizadas pelas consequências de políticas públicas falhas”. Além disso, alegará que a ilegalidade do aborto e a falta de políticas públicas de erradicação do mosquito ferem a Constituição Federal no que diz respeito ao direito à saúde e à seguridade social.
Entretanto, não citam o direito à vida, também expresso na Constituição, conforme explica à ACI Digital o Prof. Nery. “O direito à vida é o primeiro e o principal de todos os direitos humanos e a pessoa humana deve ser protegida, amada, defendida, desde o primeiro instante, na concepção” disse ele, ao ressaltar que “não há embasamento jurídico sólido para esse que é o pior de todos os atentados contra a vida humana”.
Confira a seguir a entrevista completa com o Prof. Nery:
ACI Digital: Quem são os atores deste cenário que quer aproveitar o Zika para promover a legalização do aborto? Que fundações ou indivíduos estão por trás disso?
Prof. Hermes Nery: O Citizen Go está com uma petição para que a OMS (Organização Mundial da Saúde) não instrumentalize o Zika Vírus para legalizar o aborto no Brasil. Na petição, o Citizen Go explica que “a estratégia parece clara. Grupos feministas, principalmente Women’s Link Worldwide, de Monica Roa (EUA-Colômbia), estão utilizando o vírus Zika para promover a legalização do aborto”. E afirma ainda que “em pouco tempo as feministas fizeram do mosquito seu melhor aliado”, mencionando declarações como as de Monica Roa, porta-voz de Women’s Link Worldwide: “Uma notícia de alcance tão massivo pôs em evidência as grandes lacunas em matéria de educação sexual que ainda existem (...) O Ministério da Saúde tem de adotar uma postura clara. Não digo que tenha de recomendar a todas as mulheres com Zika que abortem, mas que possa informá-las sobre quais são suas opções”. E ainda a de Débora Diniz, professora da Faculdade de Direito na UNB (universidade de Brasília) e pesquisadora do Instituto de Bioética Anis: “Falar do direito ao aborto no caso de um diagnóstico de microcefalia no feto significa reconhecer que as mulheres podem tomar decisões reprodutivas”. Elas pressionam o Ministério da Saúde para deixar claras “as suas opções”, num jogo e roteiro conhecidos, de sutilezas, que interessa também ao governo, que vê assim mais uma oportunidade de favorecer seu programa abortista, pois desde o PNDH3 (Plano Nacional de Direitos Humanos), o governo do PT quer aprovar o aborto no País.
ACI Digital: No Brasil, em 2012, os casos de anencefalia entraram na categoria em que o aborto destes bebês é despenalizado. Existe uma pressão sobre o Supremo para fazer o mesmo no caso da microcefalia?
Prof. Hermes Nery: Está evidentíssimo isso, como temos percebido na mídia em geral, que a máquina do governo e das Ongs financiadas por fundações que promovem o aborto já se mobilizam para repetir o que ocorreu no caso da anencefalia, em 2012, quando o STF despenalizou o aborto em casos de anencefalia, com a ADPF-54. Na época, durante a votação da referida ADPF-54, houve ministro que chegou a declarar: “Está aberta a porta para a legalização do aborto, no Brasil”, de modo gradual, por etapas. Naquele momento, eram os anencéfalos, mas viriam depois com outros casos, para assim, gradualmente irem alargando a agenda no aborto, via judiciária, até chegar ao aborto total, como ocorreu nos Estados Unidos, em 1973.
ACI Digital: Existe certeza médica de que a contaminação com o Zika vírus implica microcefalia do feto em 100% dos casos?
Prof. Hermes Nery: Não, não existe, de forma alguma. Não há comprovação disso. O Zika vírus está sendo utilizado pelo governo como estratégia para alargar a agenda no país e disseminar na mídia a mentalidade contraceptiva, com as sutilezas já conhecidas, induzindo a população a aceitar o aborto nesses casos, preparando assim as condições para que lá na frente o aborto seja reconhecido inclusive como direito humano, como querem as Fundações internacionais, como a Fundação Rockefeller, a Fundação Ford, a Fundação MacArthur e outras.
ACI Digital: O que levou os magistrados em 2012 a considerar a anencefalia razão suficiente para o aborto? Qual seria o embasamento jurídico para manter a microcefalia nos casos onde o aborto deve continuar sendo penalizado?
Prof. Hermes Nery: Essa história do STF interferir com seu abominável ativismo judicial em favor do aborto (ajudando assim a política do governo petista de Dilma Rousseff) começou quando o STF autorizou o uso de células-tronco embrionárias, em 2008, com a ADIN3510.  Naquela ocasião, o Ministro Carlos Ayres Brito, relator da ADIN3510, validou a tese de que só depois do nascimento é que a pessoa humana deve ter proteção jurídica, porque, para ele, só é pessoa depois que nasce. Foi um voto terrível e assombroso de Ayres Brito, que abriu brecha para o processo hoje em curso. O fato é que não há embasamento jurídico sólido para esse que é o pior de todos os atentados contra a vida humana, vitimando o ser humano inocente e indefeso. O direito à vida é o primeiro e o principal de todos os direitos humanos e a pessoa humana deve ser protegida, amada, defendida, desde o primeiro instante, na concepção. Ontem, o STF autorizou matar os bebês anencéfalos, hoje, poderão fazer o mesmo com os casos de microcefalia (e a mídia está afoita já na difusão disso, como que em campanha pela agenda do aborto), amanhã, serão outras categorias. São, portanto, precedentes perigosos, a favorecer um totalitarismo que vitimará os mais fragilizados da sociedade, como o Papa São João Paulo II denunciou em sua memorável encíclica Evangelium Vitae. Como ainda afirmou o Dr. Paulo Silveira Martins Leão Júnior, presidente da união dos Juristas Católicos do Rio de Janeiro, “a dignidade da pessoa humana há de decorrer, necessariamente, da própria natureza do ser humano e não de circunstâncias acessórias, adjetivas, como, por exemplo, saúde e tempo de existência, pois do contrário, cairíamos em fórmulas e critérios arbitrários e aleatórios, conforme as conveniências do momento, condicionando e aviltando a dignidade humana, e desrespeitando os termos claros dos princípios e preceitos constitucionais”. 
http://www.acidigital.com/noticias/ha-ou-nao-ha-um-lobby-para-ampliar-a-legalizacao-do-aborto-com-o-pretexto-do-zika-virus-55369/
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição


Julio Cesar disse:

Eu me rendo - Thiago Brado (Oficial - Full HD)

‘Sou plena, feliz e existo porque minha mãe não optou pelo aborto’, diz jornalista com microcefalia

Ana Carolina Cáceres, de 24 anos, moradora de Campo Grande (MS), desafiou todos os limites da microcefalia previstos por médicos. Eles esperavam que ela não sobrevivesse. Hoje, Ana tem 24 anos. Neste depoimento, ela defende uma discussão informada sobre o aborto.
"Quando li a reportagem sobre a ação que pede a liberação do aborto em caso de microcefalia no Supremo Tribunal Federal (STF), levei para o lado pessoal. Me senti ofendida. Me senti atacada.
No dia em que nasci, o médico falou que eu não teria nenhuma chance de sobreviver. Tenho microcefalia, meu crânio é menor que a média. O doutor falou: 'ela não vai andar, não vai falar e, com o tempo, entrará em um estado vegetativo até morrer'.
Ele - como muita gente hoje - estava errado.
Meu pai conta que comecei a andar de repente. Com um aninho, vi um cachorro passando e levantei para ir atrás dele. Cresci, fui à escola, me formei e entrei na universidade. Hoje eu sou jornalista e escrevo em um blog.
Escolhi este curso para dar voz a pessoas que, como eu, não se sentem representadas. Queria ser uma porta-voz da microcefalia e, como projeto final de curso, escrevi um livro sobre minha vida e a de outras 5 pessoas com esta síndrome (microcefalia não é doença, tá? É síndrome!).
Com a explosão de casos no Brasil, a necessidade de informação é ainda mais importante e tem muita gente precisando superar preconceitos e se informar mais. O ministro da Saúde, por exemplo. Ele disse que o Brasil terá uma 'geração de sequelados' por causa da microcefalia.
Se estivesse na frente dele, eu diria: 'Meu filho, mais sequelada que a sua frase não dá para ser, não'.
Porque a microcefalia é uma caixinha de surpresas. Pode haver problemas mais sérios, ou não. Acho que quem opta pelo aborto não dá nem chance de a criança vingar e sobreviver, como aconteceu comigo e com tanta gente que trabalha, estuda, faz coisas normais - e tem microcefalia.


As mães dessas pessoas não optaram pelo aborto. É por isso que nós existimos.
Não é fácil, claro. Tudo na nossa casa foi uma batalha. Somos uma família humilde, meu pai é técnico de laboratório e estava desempregado quando nasci. Minha mãe, assistente de enfermagem, trabalhava num hospital, e graças a isso nós tínhamos plano de saúde.
A gente corta custos, economiza, não gasta com bobeira. Nossa casa teve que esperar para ser terminada: uma parte foi levantada com terra da rua para economizar e até hoje tem lugares onde não dá para pregar um quadro, porque a parede desmancha.
O plano cobriu algumas coisas, como o parto, mas outros exames não eram cobertos e eram muito caros. A família inteira se reuniu – tio, tia, gente de um lado e do outro, e cada um deu o que podia para conseguir o dinheiro e custear testes e cirurgias.
No total, foram cinco operações. A primeira com nove dias de vida, para correção da face, porque eu tinha um afundamento e por causa dele não respirava.
Durante toda a infância também tive convulsões. É algo que todo portador de microcefalia vai ter - mas, calma, tem remédios que controlam. Eu tomava Gardenal e Tegretol até os 12 anos - depois nunca mais precisei (e hoje sei até tocar violino!).


Depois da raiva, lendo a reportagem com mais calma, vi que o projeto que vai ao Supremo não se resume ao aborto. Eles querem que o governo erradique o mosquito, dê mais condições para as mães que têm filhos como eu e que tenha uma política sexual mais ampla - desde distribuição de camisinhas até o aborto.
Isso me acalmou. Eu acredito que o aborto sozinho resolveria só paliativamente o problema e sei que o mais importante é tratamento: acompanhamento psicológico, fisioterapia e neurologia. Tudo desde o nascimento.
Também sei que a microcefalia pode trazer consequências mais graves do que as que eu tive e sei que nem todo mundo vai ter a vida que eu tenho.
Então, o que recomendo às mães que estão vivendo esse momento é calma. Não se desespere, microcefalia é um nome feio, mas não é esse bicho de sete cabeças, não.
Façam o pré-natal direitinho e procurem sobretudo um neurologista, de preferência antes de o bebê nascer. Procurem conhecer outras mães e crianças com microcefalia. No próprio Facebook há dois grupos de mães que têm um, dois, até três filhos assim e trabalham todos os dias tranquilas, sem dificuldade.


Caso o projeto de aborto seja aprovado, mas houver em paralelo assistência para a mãe e garantia de direitos depois de nascer, tenho certeza que a segunda opção vai vencer.
Se ainda assim houver pais que preferirem abortar, não posso interferir. Acho que a escolha é deles. Só não dá para fazê-la sem o mais importante: informação.
Quanto mais, melhor. Sempre. É o que me levou ao jornalismo, a conseguir este espaço na BBC e a ser tudo o que eu sou hoje: uma mulher plena e feliz.
*Este depoimento é resultado de uma conversa entre o repórter da BBC Brasil Ricardo Senra e Ana Carolina Cáceres. E começou com um comentário da jovem no perfil da BBC Brasil no Facebook.


http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2016/02/160201_microcefalia_aborto_pontodevista_ss?ocid=socialflow_facebook

Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição


Julio Cesar disse:

Homilia Diária.132: Segunda-feira da 4.ª Semana do Tempo Comum (P) - Meu...

Angelus: anunciar Jesus sem exclusão e sem privilégios


Domingo, 31 de Janeiro, Angelus com o Papa Francisco na Praça de S. Pedro: na sua mensagem o Santo Padre afirmou que nenhuma condição humana pode constituir motivo de exclusão do coração do Pai, e que o único privilégio aos olhos de Deus é aquele de não ter privilégios.
O Papa Francisco começou por comentar o Evangelho deste domingo que nos leva de novo à sinagoga de Nazaré na Galileia onde Jesus cresceu em família e é conhecido por todos. A sua vida pública tinha sido já iniciada e Ele regressa em dia de sábado à sinagoga apresentando-se à comunidade.
Jesus lê a passagem do profeta Isaías que fala do futuro Messias – lembrou o Santo Padre – e Jesus declara, como nos escreve S. Lucas, que “cumpriu-se hoje mesmo esta passagem da Escritura que acabais de ouvir”.
“Os concidadãos de Jesus” – disse o Papa – começaram a murmurar entre eles e a dizer: ”porque é que este que pretende ser o Consagrado do Senhor, não repete aqui na sua cidade, os prodígios que se diz ter feito em Cafarnaum…?
A este propósito Jesus afirma: “Nenhum profeta é bem aceite na sua pátria” – recordou o Papa que salientou o facto de Jesus ter sido dali expulso.
“Esta passagem do Evangelho” – sublinhou o Santo Padre – “não é simplesmente a descrição de um litígio entre vizinhos”, mas coloca em destaque uma tentação do homem religioso: “considerar a religião como um investimento humano e, por consequência, colocar-se a “contratar com Deus procurando o seu próprio interesse”. E o ministério profético de Jesus é anunciar sem ser excluído e sem privilégios – afirmou o Papa Francisco:
“… anunciar que nenhuma condição humana pode constituir motivo de exclusão do coração do Pai, e que o único privilégio aos olhos de Deus é aquele de não ter privilégios, de estar abandonado nas suas mãos.”
Também “hoje”, nesta praça “cumpriu-se” a Escritura, proclamada por Jesus na sinagoga – salientou o Papa dizendo que é sempre Jesus que “faz o primeiro passo” para vir ao nosso encontro visitando-nos com a sua misericórdia para nos levantar do “nosso orgulho e nos convida a acolher a consoladora verdade do Evangelho e a caminhar nos caminhos do bem”.
Após a oração do Angelus o Papa Francisco recordou, em particular, o Dia Mundial dos Doentes de Lepra e saudou os muitos jovens e adolescentes da Ação Católica da Diocese de Roma presentes na Praça de S. Pedro com a iniciativa “Caravana pela Paz”.
Dois deles juntaram-se ao Papa na Janela do Palácio Apostólico e leram um pequeno texto no qual sublinharam o seu empenho pela paz.
O Papa Francisco a todos desejou um bom domingo e um bom almoço.
http://pt.radiovaticana.va/news/2016/01/31/angelus_anunciar_jesus_sem_exclus%C3%A3o_e_sem_privil%C3%A9gios/1205039
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição


Julio Cesar disse:

A humildade é o caminho da santidade, diz Papa em homilia


A humildade é o caminho da santidade, disse o Papa Francisco na Missa desta segunda-feira, 1º, na Casa Santa Marta. O Pontífice se concentrou na história do Rei Davi que, consciente do próprio pecado, aceita as humilhações com espírito de confiança em Deus. Francisco também destacou que Deus perdoa o pecado, mas as feridas de uma corrupção dificilmente se curam.
Pecador, mas santo, assim o Papa se referiu ao Rei Davi, que embora tivesse pecado, não era um corrupto. Ele esteve a um passo da corrupção, mas o profeta Natã, enviado por Deus, faz Davi entender o mal que tinha feito.
“É preciso uma graça especial para mudar o coração de um corrupto. E Davi, que tinha o coração nobre, reconhece sua culpa. E o que diz Natã? ‘O Senhor perdoa o teu pecado, mas a corrupção que você semeou crescerá. Você matou um inocente para cobrir um adultério. A espada nunca se afastará da tua casa’. Deus perdoa o pecado, Davi se converte, mas as feridas de uma corrupção dificilmente se curam. Vemos isso em tantas partes do mundo”.
Davi se encontra diante da necessidade de enfrentar o filho Absalão, agora corrupto, que faz a guerra. Mas o rei reúne os seus e decide deixar a cidade e deixa a Arca, não usa Deus para se defender. Vai embora para salvar seu povo. Segundo o Papa, esse é o caminho da santidade. Davi confiou em Deus e passou do pecado à santidade.
“A humildade só pode chegar a um coração através das humilhações. Não há humildade sem humilhação e se você não é capaz de carrear alguma humilhação na sua vida, não é humilde (…) O fim de Davi, que é a santidade, vem através da humilhação. O fim da santidade que Deus dá aos seus filhos, dá à Igreja, vem através da humilhação do seu Filho, que se deixa insultar, que se deixa levar na Cruz, injustamente. E este Filho de Deus que se humilha é o caminho da santidade. Peçamos ao Senhor a graça, para cada um de nós, para toda a Igreja, a graça da humildade, mas também a graça de entender que não é possível ser humilde sem humilhação”.
http://papa.cancaonova.com/a-humildade-e-o-caminho-da-santidade-diz-papa-em-homilia/
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição


Julio Cesar disse:

Hospital improvisa garrafa no lugar de máscara de oxigênio e bebê morre


Uma recém-nascida morreu 10 horas após o parto no hospital de Jutaí, 751 Km de Manaus. Sem máscaras de oxigênio, a unidade hospitalar improvisou garrafas PET na internação da criança e do irmão gêmeo, que nasceram com problemas respiratórios.
O menino Gabriel teve alta neste domingo (31), mesmo tendo nascido com 7 meses de gestação. A Secretaria de Saúde do Amazonas (Susam) investiga o caso.
Ao G1, a tia das crianças disse que os bebês nasceram em parto normal por volta de 1h do dia 28 e que a menina morreu às 11h. Segundo Rayssa Neres, a família foi comunicada que o hospital não possui incubadora e que estava sem máscaras de oxigênio.
“O médico cortou a garrafa e colocou nos bebês, porque não tinha aparelho nem nada. Ele não tem culpa. Tentou ajudar”, diz a tia.
Rayssa diz que as ‘máscaras de PET’ chegaram a melhorar a respiração dos bebês, mas a improvisação rendeu machucados aos gêmeos. “Machucou os pescoços deles. Ficou roxo e o médico precisou afrouxar. Outro problema foi que havia apenas um [cilindro] de oxigênio para as duas crianças. Isso nos preocupou”, comenta.
Após a morte da recém-nascida, o irmão dela continuou internado com a garrafa como máscara. Neste domingo, ele recebeu alta. No entanto, o fato de Gabriel  ter sido liberado após nascer de forma prematura tem deixado a família em alerta.
“O médico disse que ele está bem e deu alta, porque o hospital não tem incubadora. Mas estamos preocupados, porque ele nasceu meses antes do previsto. Queremos que ele vá para Manaus, para poder receber acompanhamento”, afirma a tia.
Resposta

Em nota, a Susam informa que não foi acionada pelo hospital de Jutaí sobre a gravidade da situação. A pasta afirma que também não recebeu solicitação "de serviço de remoção aérea, que está funcionando normalmente para os casos de maior gravidade que não podem ser resolvidos nos municípios".

Nesta segunda (1), será enviada ao município uma equipe da Secretaria-Adjunta de Atenção Especializada do Interior para investigar o caso e adotará as medidas cabíveis.
Acionada neste final de semana pela Susam, a direção do hospital informou que os gêmeos nasceram prematuros e que a menina tinha um quadro pulmonar mais debilitado.
Mesmo tendo sido submetida aos mesmos procedimentos que o irmão (que já recebeu alta do hospital), não resistiu devido ao quadro de infecção respiratória aguda de etiologia alveolar, ocasionada por síndrome de membrana hialina, principal complicação de prematuridade.
A direção destacou que a falta da máscara de venturi – que não estava disponível na unidade e que foi substituída pelo material improvisado de garrafa pet – não teria contribuído para o óbito do bebê.
http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2016/02/hospital-improvisa-garrafa-no-lugar-de-mascara-de-oxigenio-e-bebe-morre.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição


Julio Cesar disse:

Eu gostaria de ver essa marcha pela morte que temos no Brasil, ter a coragem, a decência de defender a vida de muitas crianças como essas. Onde estão estas pessoas que se dizem “defensores dos direitos humanos”? Matar é muito fácil. Eu quero ver essas pessoas com coragem para defender os que querem ainda viver. Não aparece um. E, porque não aparecem? Porque não querem amar. Não querem perder o seu tempo em servir ao outro. Preferem pregar mentiras.

O grande culpado por tudo isso, somos cada um de nós: Eu, você, e as demais pessoas. Estamos mais preocupados com o nosso bem-estar, do que as necessidades do outro. Estamos mais preocupados com carnaval, sem se dá conta de que, o dinheiro publico investido nessa imoralidade, poderia ter salvado essas e outras crianças. Ou, um familiar nosso. Estamos mais preocupados, com a questão da copa, das olimpíadas, sem se preocupar com o grande volume dado, e ao mesmo tempo desviado, de dinheiro publico, que poderia estar salvando vidas. Estamos mais preocupados em tentar proteger governos corruptos, imorais, do que dizer um basta nessa imoralidade. Poderia ter salvado essas e outras crianças.

O Brasil atravessa um momento ruim, e pode piorar cada vez mais. Não será somente essas crianças atingidas, mais, cada um de nós, os nossos, os que mais amamos. Estamos dormindo em berço esplendido. Ao ver essas cenas, o meu coração se torna em pedaços. Dói profundamente a minha alma, quando os seres humanos tratam os seus semelhantes, como se eles não fossem nada. Seres humanos indefesos. Seres humanos que gritam silenciosamente para poderem viver. Viver com um mínimo de dignidade. Isso é revoltante. Somos culpados por tudo, porque queremos mais a morte, do que salvar vidas inocentes. Essas vidas vão passar desapercebida, porque estamos mais voltados para a questão do aborto.


Meus irmãos, não brinquemos com Deus. Deus vai abandonar essa terra, porque esse povo prefere mais estar voltado a outros deuses. Esse povo prefere mais o pecado, do que a Santidade. Feliz da nação que tem o Senhor Deus, como seu Senhor, seu tudo. Sem Deus, não somos nada. Sem Deus, não sabemos amar de verdade. O nosso amor é limitado, doente, interesseiro. Sem Deus, sempre vai haver corrupção. Sem Deus, qualquer homem publico, pensa somente nele, e o restante que se exploda. Esse Brasil precisa de referencias de Santidade para os seus irmãos. A humanidade padece, porque ela não encontra em nós, referencias de vida, de Santidade, de amor de verdade. Não podemos cobrar dos outros, aquilo que não somos.