sábado, 14 de maio de 2016

Alguns têm pena de animais e esquecem do vizinho, diz papa


O Papa Francisco lamentou neste sábado (14) que haja gente que sinta compaixão pelos animais, mas depois mostre indiferença perante as dificuldades de um vizinho, ao refletir sobre o conceito de "piedade" durante a Audiência Geral realizada na Praça de São Pedro.

Perante uma incessante chuva, Francisco oficiou hoje diante de dezenas de milhares de pessoas uma das chamadas audiências jubilares, que são realizadas um sábado de cada mês durante o Jubileu, e alertou que não se deve confundir a piedade com a comiseração hipócrita. 

"Hoje precisamos estar atentos e não confundir a piedade com a comiseração, que consiste só em uma emoção superficial, que não se preocupa com o outro", explicou. 

"Quantas vezes vemos gente que cuida de gatos e de cachorros e depois deixa sem ajuda o vizinho ou vizinha que passa fome?".

"Não se pode entender a compaixão com os animais, enquanto fica indiferente perante o sofrimento do próximo", acrescentou.

O pontífice argentino explicou aos fiéis que para Jesus "sentir piedade" é "compartilhar a tristeza de quem encontra, mas ao mesmo tempo agir em primeira pessoa para transformá-la em alegria". 

Francisco pediu então "que seja cultivada a piedade deixando de lado a indiferença que nos impede de reconhecer o sofrimento dos irmãos que nos rodeiam e nos libertar da escravidão do bem-estar material".

http://noticias.terra.com.br/mundo/ha-quem-sente-compaixao-por-animais-mas-se-esquece-do-vizinho-diz-papa,9bb7892a65932e5aa3df220a577560f4coo1nfwa.html

 Nota do moderador sobre a materia em exposição 


Julio Cesar Carneiro disse:


Uma em cada quatro jovens 'hétero' já fez sexo com outra mulher


RIO - Um quarto das mulheres jovens heterossexuais já teve ao menos uma experiência sexual com outra mulher, revela uma pesquisa feita no Reino Unido. Além disso, mais de 30% das jovens ouvidas já se sentiram atraídas por outra mulher.

A pesquisa, um trabalho conjunto da revista italiana Grazia com o instituto britânico de amostragem Onepoll, questionou 2 mil mulheres de 18 a 44 anos.

Das jovens de 18 a 24 anos, um terço consideram que o casamento é algo irrelevante e 45% considerariam seriamente a possibilidade de ter um filho sem um parceiro.

Já a maioria das de 25 a 34 anos estavam casadas ou morando com um parceiro. Porém, elas estavam determinadas a criar seus filhos e filhas num mundo diferente em termos de igualdade de gênero. Pouco mais de uma em dez disse que evitaria que suas filhas usassem ou tivessem uma decoração rosa em seus quartos. A maioria das mães no grupo dessa idade também disse que daria a seus filhos brinquedos tanto tradicionalmente masculinos quando femininos, e leriam histórias sem esteriotipos para eles.

Já as mulheres de 35 a 44 aos acreditam que as atitudes mudarem em termos de gênero mudaram na última década, com a sociedade mais tolerante. Dois terços afirmam que são mais abertas a questões de gênero do que seus parceiros. Por exemplo, 20% admitem fazerem "experimentos sexuais", e 25% afirmam que gostariam de serem mais ousadas no sexo.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/sexo/uma-em-cada-quatro-jovens-hetero-ja-fez-sexo-com-outra-mulher-19298389#ixzz48dGi9azg
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Nota do moderador sobre a materia em exposição 


Julio Cesar Carneiro disse:

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Fuga de sacerdotes e religiosos do Iraque é um pecado grave, afirma patriarca católico


ROMA, 13 Mai. 16 / 12:30 pm (ACI).- O Patriarca Caldeu de Bagdá (Iraque), Dom Louis Sako, qualificou como “pecado grave”, a fuga de sacerdotes e religiosos do Iraque aos Estados Unidos, sem permissão de seus superiores, pois “devemos viver e morrer no lugar onde Deus nos chama”.
Em uma carta à eparquia de São Pedro dos Caldeus em San Diego, Califórnia (Estados Unidos), recolhida pela agência vaticana Fides, Dom Louis Sako recordou aos sacerdotes e religiosos que emigraram: “Seu futuro consiste em entregar-se ao Senhor para dar testemunho de Cristo não apenas com as palavras, mas com o exemplo, renegando-se, amando e servindo seu povo, a partir de quem mais precisa”.
Em fevereiro deste ano, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) informou em um boletim que a violência causada pelo Estado Islâmico (ISIS) no Iraque causou mais de 3,3 milhões de deslocados internos no país, desde janeiro de 2014.
Segundo um relatório das Nações Unidas publicado no início de 2016, entre janeiro de 2014 e outubro de 2015, mais de 18.800 civis foram assassinados e outros 36 mil ficaram feridos.
Em março deste ano, os Estados Unidos reconheceram como “genocídio” os crimes do ISIS contra os cristãos e outras minorias religiosas no Oriente Médio e outras regiões que estão sob seu poder.
Os sacerdotes e religiosos, precisou Dom Louis Sako, “não devem ter como aspiração a busca de condições de vida confortáveis, mas servir os fiéis seguindo Cristo, inclusive aceitando carregar a cruz, quando a circunstância o exige”.
“Esta é a razão pela qual ninguém pode abandonar a própria diocese ou a comunidade religiosa sem a aprovação formal do Bispo ou do Superior, segundo reafirmado também no Sínodo dos Bispos caldeus realizado em junho de 2013”, assinalou.
http://www.acidigital.com/noticias/fuga-de-sacerdotes-e-religiosos-do-iraque-e-um-pecado-grave-afirma-patriarca-catolico-52212/
Nota do moderador sobre a materia em exposição 


Julio Cesar Carneiro disse:

Costureira deixa profissão para cuidar de filha que tem tumores na cabeça


Maria do Carmo Clementino é costureira, mas não exerce a profissão. Ela deixou as atividades em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco, para cuidar da filha Izabella Kamylla, de 31 anos, que tem vários tumores na cabeça. "Eu sou muito guerreira, ela me transformou em um soldado de guerra", diz a mãe em entrevista à TV Asa Branca. Sem diagnóstico específico, ela reclama que em Pernambuco não há tratamento adequado para a filha.
Segundo a costureira, a filha tem uma deficiência mental e age como uma criança. No quarto, há bonecas e brinquedos. As convulsões começaram aos cinco dias de vida e pioraram a partir dos seis anos de idade - quando passaram a acontecer quase todos os dias.
"Ela está sofrendo demais e eu sofrendo mais ainda, porque eu não tenho como dar jeito, não tenho como cuidar. Não é fácil ver o filho morrendo nos braços. É a pior coisa que pode acontecer no coração de uma mãe", explica Maria do Carmo.
A mãe conta que Kamylla chegou a ser internada em hospitais do município, no Recife e em São Paulo, mas nunca recebeu um diagnóstico preciso da doença. Os médicos diziam apenas que se tratava de uma epilepsia de difícil controle. Maria do Carmo contou que sem o diagnóstico, as crises eram amenizadas com medicamentos. "Ficou tudo muito difícil para a medicina, que nunca encontrou uma resposta". Hoje, Kamylla toma cinco tipos de remédios diferentes por dia, mas a mãe diz que não dão resultado.
Os tumores foram descobertos após uma crise convulsiva em setembro de 2015. Ela ficou internada no Hospital da Restauração, no Recife, até dezembro. A unidade detectou que Kamylla possui vários tumores no cérebro, mas admitiu que não tem condições de fazer um diagnóstico mais exato e nem pode oferecer o tratamento necessário.

"Dizem que Deus dá as batalhas mais fortes para os melhores soldados, então agradeço a Deus de me dar essa confiança desse anjo para cuidar. E eu vou fazer tudo para mostrar a Deus a confiança que ele teve em mim. Não existe barreiras nem limites para eu ultrapassar", conta a mãe.
Ela lamenta que não existe tratamento em Pernambuco. "O tratamento só existe no Sul. São hospitais que são conveniados pelo SUS [Sistema Único de Saúde]".
Em janeiro deste ano, Maria do Camo conseguiu - através da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco - que todo o tratamento de Kamylla fosse realizado pelo SUS no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, em São Paulo, mas a primeira consulta só está marcada para 11 de janeiro de 2017.
A demora para a consulta preocupa a mãe. "Uma pessoa morrendo nos meus braços hoje, você precisa urgente de atendimento médico. Como pode esperar? A doença não espera a burocracia. Tumores são devastadores. Cuidando da minha filha todo esse tempo, eu vejo a mudança no comportamento dela; está ficando debilitada cada dia que pesa. Ela está convulsionando mais. Então, estou vendo que estou correndo muito risco de perder a minha filha. A doença está avançando muito rápido. De dezembro para cá, Kamylla mudou talvez 60% do comportamento dela. E daqui para janeiro, como vai esperar, como pode?"
De acordo com com Maria do Carmo, em São Paulo será feito um novo exame para descobrir a intensidade dos tumores e o tratamento a ser feito.
A mãe iniciou neste mês uma campanha de venda de camisas e também em um site na internet para ter conseguir viajar para fazer o exame e o tratamento da filha no Sudeste do país.
"Meu intuito neste momento é salvar a vida da minha filha. Eu quero um hospital e o leito de um hospital. Eu quero médicos que entendam [a doença] para tirar a dor e o sofrimento dela. Ela está sofrendo demais e eu sofrendo mais ainda, porque eu não tenho como dar jeito, não tenho como cuidar".
Maria do Carmo diz que "não é fácil ver o filho morrendo nos braços. É a pior coisa que pode acontecer no coração de uma mãe. Uma dor de um filho ela dói mais na gente. A sensação de perda é terrível. A sensação de impotência pior ainda. Eu prometi não chorar mais, mas é impossível você ver o filho morrendo e não fazer nada".
http://g1.globo.com/pe/caruaru-regiao/noticia/2016/05/costureira-deixa-profissao-para-cuidar-de-filha-que-tem-tumores-na-cabeca.html
Nota do moderador sobre a materia em exposição 


Julio Cesar Carneiro disse:

Australiana que perdeu 3 filhos em desastre aéreo dá à luz uma menina


A australiana Marite Norris, que perdeu os três filhos no desastre com o voo MH17 da Malaysia Airlines, que foi derrubado por um míssil em julho de 2014 na Ucrânia, deu à luz uma menina chamada Violet May no último dia 10 de maio.
Marite Norris e seu marido, Anthony Maslin, haviam perdido os filhos Otis, Mo e Evie na tragédia com o voo da Malaysia Airlines. "Violet vai trazer alguma esperança e alegria para nós", disse o casal, destacando que continuará a amar os quatro filhos igualmente.
O voo MH17 foi derrubado por um míssil quando sobrevoava o leste da Ucrânia com destino a Kuala Lumpur, matando todas as 298 pessoas a bordo. Vinte e sete australianos estavam entre as vítimas, entre elas Mo, Otis e Evie Maslin e seu avô Nick Norris.
Anthony Maslin e Marite Norris disseram que a família ficou destruída com a perda de seus filhos, que tinham 13, 12 e 10 anos de idade. Para o casal, o nascimento da bebê, quase dois anos depois, é a prova de que "o amor é mais forte do que o ódio".
Tragédia voo MH17

O voo MH17 da Malaysia Airlines que caiu em julho de 2014 na Ucrânia foi derrubado por um míssil Buk de fabricação russa, afirmou no ano passado o Conselho de Segurança Holandês em seu relatório final sobre o acidente.

"O voo MH17 caiu em consequência do impacto de um míssil fora do avião, contra a parte esquerda da cabine do piloto", diz o relatório, sobre a queda do avião com 298 pessoas a bordo que ia de Amsterdã (Holanda) para Kuala Lumpur (Malásia).
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/05/australiana-que-perdeu-3-filhos-em-desastre-aereo-da-luz-uma-menina.html?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1
Nota do moderador sobre a materia em exposição 


Julio Cesar Carneiro disse:

Sexta-feira de misericórdia: Papa faz visita surpresa a casa para deficientes mentais


VATICANO, 13 Mai. 16 / 05:55 pm (ACI/EWTN Noticias).- Seguindo sua iniciativa das “sextas-feiras da misericórdia”, o Papa Francisco fez uma visita surpresa hoje na comunidade “Il Chicco”, em Ciampino, localizado no subúrbio de Roma (Itália), um lar que atende atualmente a 18 pessoas com deficiência mental.
A comunidade ”Il Chicco” é uma associação que pertence à grande família “A Arca”, fundada por Jean Vanier em 1964. Atualmente estão presentes em 30 países dos cinco continentes e junto à associação “Fé e luz” cuida das pessoas mais frágeis e marginadas da sociedade.
A comunidade de “Il Chicco” é a primeira realizada na Itália e foi fundada em 1981. Atualmente, acolhe 18 pessoas com deficiência mental. Um segundo local foi construído em Bologna e o terceiro poderia ser aberto em breve na ilha de Sardenha.
A Santa Sé explicou que a Comunidade “Il Chicco” vive com poucas contribuições regionais, enquanto confia na Providência para conseguir aquilo de que necessitam. Nesse sentido, o Papa ofereceu uma doação em dinheiro como contribuição pessoal, além de levar bolos e frutas, foram recebidos com aplausos e alegria por todos.
A missão destas “casas família” é receber pessoas com deficiência grave a fim de serem acolhidos e sejam protagonistas de sua própriavida. A idéia que “A Arca” tem é “elogiar a imperfeição”, ou seja, fazer com que sejam conscientes de que ninguém deve ser discriminado por nenhum tipo de deficiência.
A visita a estas casas permite descobrir o quanto estas pessoas são conscientes acerca da dignidade de suas próprias vidas, graças ao carinho e à amizade. Nesse sentido, o Papa Francisco quis dar um novo sinal contra a cultura do descarte.
O Pe. Federico Lombardi, porta-voz da Santa Sé, explicou que não é possível privar do amor, da alegria e da dignidade apenas porque uma pessoa pode ter algum tipo de deficiência mental. E acrescentou que ninguém pode permitir-se ao luxo de discriminar por preconceitos que marginalizam.
Na estrutura de Ciampino há duas casas familiares (chamadas “chaminés”), chamadas “Vinha” e “Oliveira”. O porta-voz vaticano relatou que o Papa Francisco se sentou à mesa para partilhar um lanche com os deficientes e os voluntários. Escutou as palavras de Nádia, Salvatore, Vittorio, Paolo, Maria Grazia, Danilo, compartilhando com alegria e simplicidade deste momento familiar com ternura e carinho. Além disso, aproximou-se de Armando e Fabio, os dois primeiros hóspedes destas casas.
Em seguida, o Santo Padre visitou as oficinas artesanais onde cada um dos acolhidos se desenvolve segundo suas capacidades, elaborando pequenos objetos que expressam sua criatividade e imaginação. Ao final, de mãos dadas, rezaram com o Santo Padre, que abraçou cada um ao despedir-se aproximadamente às 18h30.
O Papa Francisco, segundo o comunicado da Santa Sé, expressou com esta visita uma das características mais ressaltantes de seu pontificado: a atenção aos mais frágeis e simples. Ao levar a sua ternura e carinho, desejou mostrar um sinal concreto de como podemos viver o Ano da Misericórdia.
Deste modo, este se tornou o quinto sinal da misericórdia realizado pelo Papa Francisco durante o Jubileu. Em janeiro, visitou um lar para idosos e pacientes em estado vegetativo; em fevereiro, foi à comunidade de dependentes químicos em Castel Gandolfo; em março, visitou o centro de acolhida Cara, para refugiados em Castelnuovo di Porto; e, em abril, visitou os refugiados na ilha grega de Lesbos.
http://www.acidigital.com/noticias/sexta-feira-de-misericordia-papa-faz-visita-surpresa-a-casa-para-deficientes-mentais-17532/


És como o bom samaritano ou ignoras o sofrimento do homem?, pergunta o Papa




VATICANO, 27 Abr. 16 / 10:45 am (ACI).- A parábola do bom samaritano foi o centro da Catequese do Papa Francisco na Audiência geral desta quarta-feira, na qual convidou a atuar como ele e ter compaixão pelo próximo, já que o sofrimento humano não pode ser ignorado.
“Somos todos chamados a percorrer o mesmo caminho do samaritano, que retrata Cristo. Jesus se inclinou sobre nós, se fez nosso servo, e assim nos salvou, para que nós possamos nos amar, como Ele nos amou”.
O Papa contou brevemente a história de como um homem pergunta a Jesus: “O que devo fazer para herdar a vida eterna?”. E Jesus pede que ele mesmo responda e diz o seguinte: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, com toda tua alma e com todas as tuas forças e toda tua mente, e ao próximo como a ti mesmo”. Jesus lhe respondeu por sua vez: “Faça isso e viverás”, e conta-lhe a parábola.
Francisco comentou que nela estão representadas a figura de um sacerdote, um levita e um samaritano. Os dois primeiros se encontram com um homem moribundo que foi assaltado por ladrões, que o feriram. “A lei do Senhor em situações semelhantes previa a obrigação de socorrê-lo, mas ambos passam por ele sem se deter”, disse.
O Santo Padre explicou que “não é automático que quem frequenta a casa de Deus e conhece a sua misericórdia sabe amar o próximo”. “Você pode conhecer toda a Bíblia, toda a teologia, mas o amor... vai por outro caminho”.
Neste caso, “o sacerdote e o levita o veem, mas o ignoram”, entretanto, “não existe um verdadeiro culto se não se traduz em um serviço ao próximo”, destacou o Papa.
“Nunca nos esqueçamos: diante do sofrimento de tanta gente que sofre fome, violência e injustiças, não podemos ser meros espectadores”. “Ignorar o sofrimento do homem significa ignorar Deus”, acrescentou.
Por sua vez, o samaritano, “quando vê o homem ferido, não passou por ele como os outros dois que estavam unidos ao templo, mas sim moveu-se de compaixão”. “Os outros dois viram, mas seus corações ficaram impassíveis enquanto o coração do bom samaritano estava ‘sintonizado’ com o coração de Deus”.
O Papa observou que “a compaixão é uma característica essencial da misericórdia de Deus”.
Francisco apontou então que nos gestos e ações do Bom Samaritano “identificamos o agir misericordioso de Deus”.
Pouco antes de concluir, o Santo Padre explicou que Deus atua assim com cada homem: “não nos ignora, conhece nossas dores, sabe que precisamos de ajuda e consolação”.
“A compaixão, o amor, não é um sentimento vago, mas significa cuidar de outro, significa comprometer-se cumprindo todos os passos necessários para ‘aproximar-se’ do outro até amá-lo”.
http://www.acidigital.com/noticias/es-como-o-bom-samaritano-ou-ignoras-o-sofrimento-do-homem-pergunta-o-papa-29416/
Nota do moderador sobre a materia em exposição 


Julio Cesar Carneiro disse:

Homilia Diária.220: Sexta-feira da 7.ª Semana da Páscoa - E tu, amas-me?