domingo, 2 de agosto de 2015

Marido surpreende audiência da CNN com resposta de quem entendeu mesmo o que é o amor.

Em 2011, durante a ultramaratona de Kimberley, na região oeste da Austrália, a ex-modelo Turia Pitt, então com 24 anos, acabou sendo vítima de um incêndio florestal que queimou 65% de seu corpo. Por ironia, a jovem não iria participar do evento esportivo, porque a inscrição custava R$ 3.100. Além das marcas definitivas que carrega consigo, Turia também teve de amputar alguns dedos das mãos. Na época, seu noivo, Michael Hoskin, chegou a largar o emprego para poder cuidar da atleta amadora.

O amor verdadeiro do australiano foi além do companheirismo durante o tratamento médico. Michael também é o responsável por fazer com que a ex-modelo aceitasse a aparência deformada que adquiriu, além de ajudá-la a recuperar a auto-estima. Se não bastasse tudo isso, agora, para surpresa de Turia Pitt, o noivo a pediu em casamento. “Tenho sorte de ir dormir junto com esse homem maravilhoso. Cada dia que acordo junto dele é um grande dia”, diz a australiana em sua conta no Facebook

A história dos dois vem chamando a atenção na rede social, e vários internautas se sentiram reconhecidos no exemplo de superação da jovem, e passaram a relatar seus casos de queimadura.

Pouco mais de quatro anos depois do acidente, que culminou num processo judicial com ganho de causa para Turia, a australiana se transformou numa celebridade do país, atuando como palestrante e escritora. Em 2014, ela foi homenageada pelo governo da Austrália com o título de Premier’s Award for Woman of the Year (Mulher do Ano, na escolha do premiê, em tradução livre). Turia, que agora está com 27 anos, também é embaixadora da ONG Interplast, que ajuda deficientes a terem uma nova vida om o uso de próteses.

Dias atrás esteve na CNN para uma entrevista e o entrevistador lhe perguntou: “Em nem um momento você pensou em deixá-la e contratar uma pessoa para cuidá-la e seguir sua vida? Em uma resposta que emocionou os americanos disse: “Eu casei com a alma dela, com o caráter dela e é a única mulher que me continua a encher meus olhos.”
ANTES
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DEPOIS
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http://blog.comshalom.org/carmadelio/47127-marido-surpreende-audiencia-da-cnn-com-resposta-de-quem-entendeu-mesmo-o-na-saude-e-na-doenca

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Julio Cesar disse:

Papa: cegueira espiritual blinda verdadeiro significado da vida



Cidade do Vaticano (RV) – A reflexão do Papa no Angelus deste domingo (2/8) partiu do trecho do Evangelho de João no qual, após a multiplicação dos pães, todos procuravam por Jesus.

Ele bem compreende o porquê de tanto entusiasmo em segui-lo e revela com clareza: “Vocês me procuram não porque viram sinais, mas porque comeram aqueles pães e ficaram saciados” (Jo 6,26).
Na realidade – afirmou Francisco – aquelas pessoas não entenderam que aquele pão era a expressão do amor de Jesus. “Deram mais valor àquele pão que ao seu doador”, disse o Pontífice.
“Diante desta cegueira espiritual, Jesus evidencia a necessidade de ir além do dom e descobrir, conhecer o doador. Convida a abrir-se a uma perspectiva que não é somente aquela das preocupações diárias de comer, se vestir, do sucesso, da carreira. Jesus fala de um alimento que não é corrompível e que faz bem procurar e acolher”.
O Papa continuou com a exortação de Jesus: “Trabalhai, não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece para a vida eterna, alimento que o Filho do Homem vos dará”.
“Com estas palavras, nos quer fazer entender que, além da fome física, o homem traz em si outra fome - todos nós temos essa fome - mais importante, que não pode ser saciada com um alimento ordinário. Trata-se de fome de vida, de fome de eternidade que somente Ele pode satisfazer, sendo Ele o ‘pão da vida’”.   
Ao afirmar que “Jesus não elimina a preocupação e a procura pelo alimento de cada dia e de tudo aquilo que pode fazer a vida melhor”, o Papa recordou que “fatalmente, a vida termina”
“Jesus nos recorda que o verdadeiro significado da nossa existência terrena está na eternidade, e que a história humana com os seus sofrimentos e suas alegrias deve ser vista em um horizonte de eternidade”
Ele – prosseguiu Francisco – pão vivo descido dos céus, se apresenta a nós como único e verdadeiro significado da existência humana. E de que maneira Jesus é o significado da existência do homem?
“Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim, nunca mais terá fome e o que crê em mim nunca mais terá sede”.
É a referência à Eucaristia – refletiu o Papa – o dom maior que sacia a alma e o corpo.
“Encontrar e acolher Jesus em nós, 'pão da vida', dá significado e esperança ao caminho, muitas vezes tortuoso, da vida”.
http://br.radiovaticana.va/news/2015/08/02/angelus_verdadeiro_significado_da_exist%C3%AAncia_%C3%A9_eterno/1162489
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição




Julio Cesar disse:

Cresce busca por droga que evita risco de Aids após relação insegura



SÃO PAULO — As pernas tremem continuamente. Lucas (nome fictício) parece não encontrar posição confortável na cadeira. O olhos pulam de um ponto para o outro da sala e se enchem de lágrimas quando ele explica o seu drama:
— Eu fui um idiota. Estava bêbado, nem sei como fui parar naquele lugar. Acabei transando com duas prostitutas sem camisinha — conta o cineasta, de 28 anos, na sala de espera do Hospital Emílio Ribas, em São Paulo, referência no tratamento contra a Aids na América Latina

A experiência lhe custou um namoro de três anos e uma noite insone pelo temor de ter contraído o vírus HIV. Para o segundo problema, no entanto, Lucas encontrou alívio em três comprimidos que têm sido chamados de “pílulas do dia seguinte da Aids”, ou “pílulas dos 28 dias seguintes”. A medicação previne a contaminação por HIV em 99% dos casos desde que seja tomada até 72 horas depois da situação de risco e ao longo das quatro semanas seguintes.

O nome médico para o tratamento é PEP, sigla para Profilaxia Pós-Exposição. Já existe no Brasil há anos, mas, por muito tempo, ficou restrito a profissionais da saúde que sofreram acidente de trabalho ou a vítimas de violência sexual. Desde 2012, timidamente, passou também a ser ministrada a pessoas que passaram por qualquer situação de risco. Há 10 dias, o Ministério da Saúde anunciou a decisão de facilitar ainda mais o acesso. De acordo com o novo protocolo, publicado no dia 23 de julho, médicos de qualquer especialidade podem prescrever o remédio, fornecido de graça pelo SUS. A mudança acontece depois de a Organização das Nações Unidas (ONU) publicar, este mês, um relatório mostrando que, de 2005 a 2013, o número de novas infecções no mundo diminuiu 27,6%, enquanto, no Brasil, aumentou 11%.

De 2010 a 2014, a quantidade de doses de PEP distribuídas pelo governo saltou de 12 mil para 22 mil. A perspectiva é que esse montante seja bem maior este ano. O ministério espera que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) derrube a regra segundo a qual apenas médicos podem receitar as pílulas, autorizando qualquer funcionário de saúde a prescrevê-las.

Até o fim do ano, as pílulas devem estar em cerca de 800 hospitais, pronto-socorros e centros especializados do país. Aumentará especialmente o número de estabelecimentos 24 horas que oferecem o tratamento — uma medida fundamental, já que, segundo pesquisas do Hospital Emílio Ribas, que até recentemente era responsável por 10% dos atendimentos com PEP no Brasil, mais da metade dos pacientes procura a pílula no fim de semana ou na segunda-feira.

— As histórias dos pacientes estão muito ligadas a bebida e balada — diz Francisco Oliveira, infectologista do Emílio Ribas.

De acordo com Oliveira, como a PEP é uma alternativa ainda pouco conhecida pela população em geral, o perfil do paciente que procura o serviço é de um nível educacional e econômico mais alto do que a média dos frequentadores do sistema público de saúde. Cerca de metade tem ensino superior completo e acesso fácil à internet. Sete em cada dez são homens e, nesse grupo, a maioria é homossexual. Cerca de 20% são mulheres que tiveram relações heterossexuais. E há, ainda, de acordo com os médicos, casais que frequentam casas de suingue.

— Não é raro as pessoas aparecerem aqui vindo direto da festa, às vezes alcoolizadas, admitindo que deixaram de usar o preservativo — afirma Ralcyon Teixeira, infectologista responsável pelo pronto-socorro do Emílio Ribas.

‘NÃO SEI POR QUE NÃO USEI’, DIZ PROFESSORA

Deixar de usar o preservativo em relações sexuais não é algo incomum entre os brasileiros. A Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas na População Brasileira (PCAP), divulgada pelo governo em fevereiro, dá conta de que 45% dos entrevistados afirmam não ter recorrido à camisinha em relações recentes, mesmo sabendo que essa é a melhor forma de impedir o contágio por doenças sexualmente transmissíveis. Entre os jovens de até 30 anos, de acordo com os especialistas, esse comportamento de risco é ainda mais frequente.

— A camisinha estava ali, na minha bolsa, ao alcance da mão. Não posso nem dizer que eu esqueci, na hora eu até pensei, mas não sei porque não usei — diz Jaqueline, professora de espanhol de 24 anos, que relatava ter saído, na noite anterior, com um homem que conhecera por meio de um aplicativo de celular.

Solteira há cerca de um ano, ela conta que procura apenas sexo casual pela internet. Não costuma rever os parceiros que, segundo ela, somam aproximadamente 20 nesse período. A professora admite que, com ao menos quatro deles, fez sexo sem camisinha. Não tinha ficado preocupada até que, na última experiência, foi surpreendida:

— Ele me disse que não transava sem camisinha há muito tempo porque a ex-namorada era soropositiva. Recomendou que eu fosse fazer um teste. Fiquei sem reação. Até agora não sei o que pensar, não sei se ele é daquelas pessoas doentes que querem espalhar o vírus ou se só quis me pregar uma peça, mas não quero pagar pra ver — pondera Jaqueline.

Ela se diz consciente dos riscos que corre e disposta a enfrentar os efeitos colaterais do tratamento, que podem ser severos. Entre eles estão náuseas, vômito, dores de cabeça e de estômago, alergias e, em casos graves, hepatite


Apesar disso, há casos de pessoas que, em dois anos, já recorreram ao serviço quatro vezes. No meio médico há uma grande discussão sobre se a adoção da PEP em larga escala poderá promover o abandono definitivo da camisinha. Estudos científicos não acusaram esse efeito, mas ninguém sabe dizer o que vai acontecer daqui por diante:

— Não sabemos dizer onde vai dar. As pessoas sabem que a camisinha é o melhor jeito de prevenir. Mas quem gosta de usar? Com a Aids, as pessoas, sobretudo os jovens, têm uma fantasia de que a equação está resolvida, de que não há mais problemas. Nosso discurso talvez tenha sido simplista. Quando se diz que a infecção é uma doença crônica e que a expectativa de vida, hoje, é longa, a ideia não é afirmar que se contaminar não é um problema — critica o infectologista Jamal Suleiman, que trata de pacientes com HIV desde 1985.

Hoje, mesmo uma pessoa infectada pelo vírus HIV pode levar uma vida relativamente normal tomando medicamentos antirretrovirais para sempre. Principalmente se o tratamento começar no estágio inicial da doença.

Jamal Suleiman, no entanto, rechaça a ideia de que deve ser retomado um discurso do pânico, comum no início da epidemia mundial. Segundo ele, o problema é que as escolas estão abandonando o assunto, e as comunidades gays deixaram de se reunir em pontos de encontro graças à facilidade proporcionada por aplicativos de namoro, o que dificulta ações educativas voltadas para esse grupo de risco.

O discurso do administrador de empresas Rodolfo, de 23 anos, exemplifica a mudança de perspectiva em relação à doença. Logo após tomar sua primeira dose da PEP, para evitar a infecção após uma noite de sexo inseguro com uma prostituta, ele afirmou:


— Para mim, Aids não é grave. É algo que pode morar contigo a vida inteira, mas que não vai te matar, como um câncer. Estou aqui só porque é melhor não ter, né?! O erro é humano, mas com essa pílula não precisa esquentar a cabeça.

Essa lógica, além de perigosa para a saúde, tem um custo alto para a sociedade. Cada tratamento de PEP custa cerca de R$ 1 mil, bem mais do que um preservativo masculino de látex. O Ministério da Saúde afirma que, ao expandir o acesso, a ideia não é passar a mensagem de que a camisinha pode ser descartada. Justamente pela preocupação de que as pessoas adotassem as pílulas como única forma de prevenção, a discussão no governo levou mais de um ano:

— Alguns colegas têm resistência para prescrever o medicamento. O argumento é de que o sujeito se arriscou e, por isso, deveria arcar com as consequências. Mas a PEP deve ser combinada com outros métodos — afirma o diretor do departamento de DST-AIDS e hepatites virais do ministério, Fábio Mesquita. — A intenção é facilitar o acesso ao tratamento porque, para a pessoa e para o país, é muito melhor que alguém tome um remédio por 28 dias do que para o resto da vida



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/saude/cresce-busca-por-droga-que-evita-risco-de-aids-apos-relacao-insegura-17054437#ixzz3hfZoflKx
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Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição




Julio Cesar disse:

sábado, 1 de agosto de 2015

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei? Responde-me!





Eu flagelei por ti o Egito e os primogênitos:
E tu, flagelado, me entregaste.

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?
Responde-me!

Eu te tirei do Egito, afogando o Faraó no Mar Vermelho:
E tu me entregaste aos príncipes dos sacerdotes.

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?
Responde-me!

Eu abri o mar diante de ti:
E tu me abriste o lado com uma lança.

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?
Responde-me!

Eu te guiei na coluna de fogo:
E tu me conduziste ao pretório de Pilatos.

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?
Responde-me!

Eu te alimentei com o maná no deserto:
E tu me alquebraste de tapas e de açoites.

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?
Responde-me!

Eu te dei a beber a boa água da pedra:
E tu me deste a beber fel e vinagre.

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?
Responde-me!

Eu bati por ti os reis de Canaan:
E tu me bateste a cabeça com uma cana.

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?
Responde-me!

Eu te dei o cetro da realeza:
E tu me deste uma coroa de espinhos.

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?
Responde-me!

Eu te exaltei com grande poder:
E tu me suspendeste no patíbulo da Cruz

Meu povo, que te fiz eu ou em que te contristei?
Responde-me!



Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição





Julio Cesar disse:

"Se é verdade que a vida do homem está nas mãos de Deus, não o é menos que estas são mãos amorosas como as de uma mãe que acolhe, nutre e toma conta do seu filho: « Fico sossegado e tranquilo como criança deitada nos braços de sua mãe, como um menino deitado é a minha alma » São João Paulo II.



Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição




Julio Cesar disse:


Temos medo de tudo, do invisível, porque NÃO confiamos muito em Deus. Por isso, o medo nos faz paralisar. Creio que, a invisibilidade de Deus é a forma amorosa que Deus usa para fazer com que a alma que deseja amar, o busque verdadeiramente. Quem decide amar, ama loucamente, porque sabe que existe do outro lado, uma resposta de amor sincera, fiel, na qual, ela não encontra nas coisas criadas.

Por mais que Deus se torne invisível aos nossos olhos humanos, Deus vem saciar a nossa fé pela Palavra Dele, pela Eucaristia viva. Em cada coisa, Deus vai se dando mostrar aos poucos. É como agua para quem tem muita sede. Ao beber um pouco logo mais tarde terá novamente sede, e assim por diante. A “invisibilidade” de Deus provoca no ser humano, uma disposição firme de procurar até os confins do mundo esse amor tão sublime e real. É próprio de Deus não se deixar revelar por inteiro. Crer no amor de Deus é algo que mexe dentro de nós e que vai crescendo sem parar e não há como controlar, porque é tão forte que nada nessa vida consegue apagar ou destruir.

Por causa desse amor, desse amor que se fez de pequeno, pobre, humano, que desceu a minha estatura e me amou profundamente. Suportou tudo, perdoou todos, quando a sociedade toda excluía. Um amor que se deixou ser pregado em uma Cruz venceu a morte, abriu o céu para cada um, é que muitas pessoas de ontem e hoje, arriscam tudo. É um tesouro que eles buscaram. Um tesouro que nem as traças ou ferrugem consegue destruir. Um tesouro que nos leva a buscar.

Um amor tão grande, que nos faz perder o medo de tantas coisas. Um amor real que nos envolve, diante das decepções, traições dessa vida. Um amor verdadeiro. A historia de João Paulo II, mim fascina de uma maneira muito linda. Perdeu tudo. Suportou tudo. Perdoou a todos, porque sabia amar, como Deus ama. Sabia que em tudo era o amor que podia consertar todas as coisas.

Saímos de manhã sem saber se voltamos vivos de noite


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A situação no Sudão do Sul está ficando cada vez mais crítica. Um certo número de organizações internacionais aconselharam as freiras de lá a deixarem o país. Mas, apesar de estar sob constante ameaça, elas ficaram para estar junto do povo.
Duas religiosas tiveram sorte de escapar de uma desgraça. Elas haviam acabado de sair do campo de refugiados quando houve um tiroteio. O homem que as acompanhava foi atingido e morreu na hora. Os hábitos das irmãs ficaram cobertos de sangue. Alguns rebeldes haviam se escondido atrás de umas rochas e atiraram nelas com metralhadoras. Evidentemente, a guerra está sendo travada bem do lado de fora do campo de refugiados de Juba. Há cerca de 28 mil famílias que procuraram se refugiar ali. As irmãs da Congregação das Filhas de Maria Imaculada visitam regularmente este campo para ajudar os doentes e necessitados.
A maioria das irmãs ainda é jovem. A idade média delas é de 28 anos. A maioria delas vieram da Índia, onde a sua congregação foi fundada. Para muitas delas, esta é a primeira vez em suas vidas que tiveram que enfrentar metralhadoras, veículos militares, e o estrondo das bombas. Muitas delas tem de enfrentar a violência diretamente.
A irmã Maya estava lavando roupas no convento quando, de repente, homens armados invadiram o local. Um deles apontou um fuzil na direção do seu rosto, enquanto outro encostava um facão em seu pescoço. Eles arrastaram a jovem freira até o refeitório, onde mais três irmãs estavam sentadas lendo. Enquanto isso, outros homens forçaram a entrada do convento e mantiveram as demais irmãs com fuzis sobre suas cabeças. “Se vocês gritarem, nós matamos vocês”! Eles ameaçaram e trancaram todas as irmãs numa sala, guardada por um homem armado, enquanto quatro outros vasculhavam sistematicamente o convento. Por cerca de meia hora eles olharam cada aposento, roubando tudo que era possível levar e destruindo o resto. Depois disso eles desapareceram. A irmã Vijii comentou depois: “Eu acho que foi parte de uma campanha deliberada de intimidação. Eles querem que nós saiamos daqui”!
O Pe. Albert Amal Raj, dos Missionários de Maria Imaculada, o ramo masculino da mesma congregação, também foi ameaçado repetidas vezes. “Quando saímos da casa pela manhã, não sabemos se iremos retornar vivos pela noite”, declarou o sacerdote indiano. Numa ocasião, o seu carro foi parado numa estrada por uns 30 policiais que imediatamente apontaram seus fuzis com os gatilhos prontos. Os dois sacerdotes e duas freiras que estavam no carro foram forçados a sair. Um dos policiais ameaçou o padre Albert com sua arma e lhe esbofeteou no rosto. “Eles acharam que se tratava de um veículo dos rebeldes. Muitos deles acham que organizações estrangeiras estão apoiando os rebeldes e fornecendo a eles armamento e outros suportes. Quando os policiais perceberam que eu era um sacerdote, ele me pediu desculpas. Depois disso, eu sempre saio com uma grande cruz, bem visível, presa numa corrente, para que todos vejam que eu sou um sacerdote”.
Os padres trabalham sobretudo nas regiões mais remotas, onde só se pode chegar nas aldeias a pé. Mas eles também operam escolas. Eles viram que as crianças só conhecem uma realidade: a guerra. “Muitas crianças só brincam de guerra. Elas brincam que têm armas e atiram umas contra as outras. Quando perguntamos aos nossos alunos o que querem ser quando crescerem, a resposta mais comum é “queremos ser policiais para atirar e matar as pessoas”. Elas não conhecem nada mais que a violência. Muitas delas na realidade foram testemunhas do assassinato de membros de suas famílias. A vida humana vale muito pouco aqui”. Os missionários estão tentando ensinar as crianças a dar valor à vida, a respeitar os demais e a ter responsabilidade para com suas próprias vidas, para com a sociedade e para ter um futuro de paz.
As irmãs também estão tentando ajudar o povo que ainda carrega o trauma da guerra anterior, que durou 22 anos e ceifou a vida de mais de dois milhões de pessoas e deixou outros milhões sem casa. Muitas pessoas foram forçadas a ver seus maridos, filhos, esposas, pais e parentes serem brutalmente assassinados, enquanto outros perderam partes de seu corpo e outros mais foram deixados na mais completa miséria. “Eles vivem em tensão e medo constante, sofrem de desordens psicológicas e estão profundamente traumatizados. Muitos já não se comportam normalmente e alguns perderam toda esperança. Um grande número deles tiveram de fugir para salvar suas vidas, carregando apenas algumas sacolas de plástico. Agora eles não têm mais nada e se perguntam: “Porque Deus nos criou, porque nascemos, se é para sofrer tanto?”, comenta a irmã Vijii.
As irmãs visitam estas pessoas e para muitas delas é a primeira vez que experimentaram a sensação de que alguém está ali para ouvi-las e ajudá-las. E então, pequenos milagres parecem acontecer. “Uma mulher havia perdido sete membros de sua família. Todos eles haviam sido mortos diante de seus olhos. Ela estava como que congelada e não falava mais com ninguém. As irmãs começaram a cuidar dela até que um dia ela começou a chorar e não parava mais. Depois disso começou a falar, e hoje ajuda as pessoas no campo de refugiados. Ela vai de tenda em tenda rezando com as pessoas”, lembra a irmã Vijii.
A irmã Vijii não teme pela própria vida, mesmo se ela escuta as bombas caindo e os tiroteios todos os dias. “Algumas organizações nos têm aconselhado a ir embora daqui. É muito perigoso – elas nos dizem – e nunca haverá paz. Mas nós, freiras, viemos aqui para compartilhar o sofrimento deste povo. Assim sendo, enquanto houver gente aqui, nós ficaremos”.
Nos últimos três anos, a AIS doou cerca de 400 mil reais para apoiar o trabalho desta congregação no Sudão do Sul. Esta ajuda incluiu a compra de um veículo, a construção de uma igreja e de uma casa paroquial, a formação de 21 jovens religiosas e um projeto intitulado “Curando os que Curam”, através do qual, as irmãs que ajudam e confortam as vítimas de traumas, recebem ajuda elas mesmas e continuam a sua formação. Também temos ajudado na formação espiritual permanente dos sacerdotes. No momento, estamos ajudando na construção de uma casa paroquial para os Missionários de Maria Imaculada na paróquia de Bar Sharki, na diocese de Wau, com uma contribuição de 80 mil euros.
Fonte: AIS
http://www.comshalom.org/saimos-de-manha-sem-saber-se-voltamos-vivos-de-noite/
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Julio Cesar disse:


BILHETE SATÂNICO > Adolescente apreendido após assalto atribui crime a pacto macabro

Quixeramobim

Dois adolescentes, um deles com 17 e o outro com 16 anos, foram apreendidos nesta sexta-feira, 31 de julho, em Quixeramobim, por uma equipe da Polícia Militar, sob a suspeita de roubo de uma motocicleta. De acordo com a Polícia o roubo ocorreu por volta do meio-dia, na CE-060, a altura do distrito de São Miguel. A vítima, um técnico em agropecuária, reconheceu a dupla. A motocicleta foi recuperada. A dupla foi conduzida para a Delegacia Regional da Polícia Civil, em Quixadá.

Quixadá - Assalto & Pacto satânico 31.07.15 (3)
Os policiais ainda trabalharam para localizar e apreender o revólver utilizado no assalto. A arma ainda não foi encontrada. Entretanto, um dos adolescentes portava duas páginas de papel. Era um bilhete com um pacto satânico, ao qual atribuiu a sua apreensão. Ele confessou aos policiais que como a vida está difícil, principalmente por conta dessa crise e da falta de emprego, resolveu aceitar a sugestão de um amigo, mas acha que não soube fazer o pacto direito.
“O meu amigo não teve como me orientar direito. Antes de saber se eu estava fazendo a coisa certa ele se enforcou”, disse o adolescente relatando que o amigo era pai de santo. O havia conhecido no velório de outro amigo, onde o pai de santo chegou a desmaiar e para que ele não caísse no chão o agarrou. Ainda no velório o pai de santo lhe disse que estava com um “encosto” e que para se livrar teria que fazer o pacto com “Lucifer”. Só não sabia que o vulto maligno iria ficar tão zangado.
Pacto satânico

Bilhete macabro promete dinheiro, fama e sucesso

Quixadá - Assalto & Pacto satânico 31.07.15 (8)Quixadá - Assalto & Pacto satânico 31.07.15 (5)
“Eu fulano (Seu nome completo) venho a invocar Lucifer o príncipe das trevas para realizar o meu desejo (Fazer o seu pedido ou pedidos). Lucifer lhe peço o seu poder o mesmo que lhe faz dominar todos os humanos Lucifer rei poderoso invoco seu poder sua gloria e sua sabedoria. Lucifer entrego a minha alma em troca desejo ser forte, poderoso, desejado por homens e mulheres possuir tudo de melhor que possa se ter na vida, dinheiro, fama e sucesso. Caso meu pedido não seja realizado nosso acordo está encerrado. Prometo nunca mais pronunciar o nome do filho do homem e somente louvar seu nome Lucifer e poder, glória e vida assim será”.

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Julio Cesar disse: