sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Homem que paga por sexo tem muito em comum com estuprador, diz estudo



Homens que costumam pagar para ter sexo têm pouca empatia com prostitutas e maior tendência a cometer agressões sexuais do que homens que não têm esse hábito. A conclusão é de um estudo norte-americano publicado no Journal of Interpersonal Violence.
Pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, avaliaram 202 homens na região de Boston, sendo que exatamente metade deles tinha o hábito de pagar por sexo. Eles foram selecionados de um total de 1.200 homens, para que tivessem nível socioeconômico e idade semelhantes.
Eles perceberam que os consumidores de prostituição eram mais propensos a admitir que tinham estuprado ou cometido outras formas de agressão sexual contra mulheres anteriormente.
Os autores do estudo dizem que, de fato, esses homens possuem características que são frequentes em indivíduos condenados por violência sexual: preferência por relações sexuais impessoais, ou seja, sem afeto ou intimidade envolvidos, além de medo da rejeição feminina e autoidentificação masculina hostil. Esse último termo tem a ver com uma personalidade mais narcisista e o desejo de ter poder sobre as mulheres.
Os homens que pagam por sexo têm menos empatia pelas prostitutas e veem essas mulheres como intrinsecamente diferente das outras, segundo a pesquisa. Vários entrevistados as comparavam a “commodities” ou a “um copo de café que você joga no lixo depois de usar”, mesmo entendendo as razões que levam muitas mulheres à prostituição.
Outros estudos já tinham associado essa falta de empatia com atos de violência contra a mulher. Os autores acrescentam que muitos especialistas, hoje, encaram a prostituição como uma forma de abuso sexual. E esperam que os resultados desse estudo ajudem a derrubar o mito de que consumidores de prostiuição são “caras legais, apenas sexualmente frustrados”.
http://doutorjairo.blogosfera.uol.com.br/2015/09/01/homem-que-paga-por-sexo-tem-muito-em-comum-com-estuprador-diz-estudo/?cmpid=fb-uol
Nota do moderador desse blog sobre a materia em exposição
Julio Cesar disse:

Um ótimo estudo, para derrubar certos programas esquerdistas doentes, na qual, elevam a liberdade da mulher, a sua condição de usar o seu corpo de qualquer forma, sem se preocupar com os danos posteriores.

O nosso corpo é templo de Deus. Não podemos colocar o nosso corpo a serviço do pecado, do que é errado. Tudo o que fazemos de errado no nosso corpo, dele colheremos seus amargos resultados.

Quando NÃO nos amamos, não nos respeitamos, transferimos isso para as demais pessoas que nos cercam. Quando NÃO tenho consciência, ou se tendo, não quero fazer diferente, o outro para mim, será apenas algo a ser usado, manipulado. E, quando NÃO mais tiver serventia, será descartado. Tudo isso, se resume em nossas vontades desordenadas. O pecado da desobediência, de NÃO querer fazer a vontade de Deus, é que distanciou o homem da verdade, de fazer o que é certo. Aqui, não cabe somente o homem, mais a mulher também.

Quando o homem procura algum tipo de satisfação sexual, ele busca algo que preencha o seu vazio. Ele busca algo que o complete, o defina. Acontece que, ele busca de forma errada, e em lugares errados. O que pode nos completar, e nos firmar como pessoas, como filhos de Deus, é o próprio Deus. Deus tem a chave, a resposta para tudo aquilo que buscamos. Quando encontro a Deus, encontro quem sou, para que fui criado, para onde vou.  Quando o homem se ver como criatura amada de Deus, imagem e semelhança Dele, a nossa vida começa a ganhar novos contornos. Nossas relações começam a se tornar mais claras, mais ordenadas. A nossa relação com as pessoas começam ter um sabor diferente. Há mais respeito, mais escuta. O amor passa a ser mais fiel, mais equilibrado. As nossas conversas ficam mais centradas.

Não vou utilizar o outro, para satisfazer os meus desejos. Vou olhar para o outro, como olho para o Cristo. Vou respeitar o outro, como respeito a Cristo. Nas relações sexuais, de forma ordenada, as farei dentro do plano de Deus e não fora Dele. Fora Dele, há bagunças, há vitorias para o diabo. Há doenças. Há morte, porque amamos de forma desordenada, mentirosa.


Quando agimos assim, um usando  outro, mostramos que não sabemos amar. Amamos de forma errada, e cedo ou tarde, colheremos os frutos amargos dessa loucura. Vejamos quanto relacionamentos duram dessa forma? Vejamos se há amor de verdade nesses relacionamentos. Aliás, amor é uma palavra cara. Amor, significa ser fiel, morrer para mim mesmo, e para o mundo, para que o outro tenha vida. Amor, significa respeito, equilibrio. Amor significa presença, e não ausência. Amor significa firmeza, e não troca. 

Vamos meditar juntos com Jesus a sua dor no Horto das Oliveiras.


               Mateus 26: Retirou-se Jesus com eles para um lugar chamado Getsêmani e disse-lhes: Assentai-vos aqui, enquanto eu vou ali orar. E, tomando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se. Disse-lhes, então: Minha alma está triste até a morte. Ficai aqui e vigiai comigo. Adiantou-se um pouco e, prostrando-se com a face por terra, assim rezou: Meu Pai, se é possível, afasta de mim este cálice! Todavia não se faça o que eu quero, mas sim o que tu queres. Foi ter então com os discípulos e os encontrou dormindo. E disse a Pedro: Então não pudestes vigiar uma hora comigo... Vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca. Afastou-se pela segunda vez e orou, dizendo: Meu Pai, se não é possível que este cálice passe sem que eu o beba, faça-se a tua vontade! Voltou ainda e os encontrou novamente dormindo, porque seus olhos estavam pesados. Deixou-os e foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. Voltou então para os seus discípulos e disse-lhes: Dormi agora e repousai! Chegou a hora: o Filho do Homem vai ser entregue nas mãos dos pecadores... Levantai-vos, vamos! Aquele que me trai está perto daqui.

Nota do moderador desse blog sobre a materia em exposição
Julio Cesar disse:

Essa palavra nos desafia a seguir os mesmos passos do Mestre: Beber o cálice da Salvação. Esse cálice é a representação dos absurdos dessa vida que vamos viver, ou que já estejamos vivendo. E, que nos vai tirando pedaço de nós. São tantas coisas. Tantas decepções, contrariedades, frustrações, falta de amor. Todos os absurdo humano.

Ao contemplar essa passagem, Cristo suou sangue, porque viu o que seria depois. Viu que muita coisa NÃO mudaria. Viu que os homens ainda continuaria da mesma forma, negando o amor, e vivendo as suas vida de forma errada. Viu que o demônio ainda levaria muitas almas para o inferno. Cristo viu o inferno aqui na terra: Guerras, fome, miséria, desumanidade, corrupção, abortos, traições conjugais, homossexualismo. Mas, porque tudo isso? – Porque o homem NÃO se permitiu ser renovado. O homem NÃO se permitiu morrer essa imagem que o pecado desenhou nele.

Cristo vem nos ajuda aqui, a não temer beber o cálice Dele. Dividir esse cálice, é participar com ELE em sua glória, dando glorias a Deus com a nossa vida. Dou gloria a Deus em minha vida, quando a ordeno na verdade, na caridade, na fé. Dou glorias a Deus em minha vida, quando suporto, sem revoltas, tudo o que se produz contra mim. Dou glórias a Deus, quando vivo o meu matrimonio na verdade, na ordem das coisas, mesmo que o meu cônjuge não viva. Dou glorias a Deus quando não cedo à tentação de mentir, de matar, de roubar. Dou glorias a Deus em minha vida, quando não faço do meu corpo, um lugar de prostituição. Guardo o meu corpo, para a verdade, para a ordenação do amor verdadeiro. Dou glórias a Deus quando não participo do assalto ao dinheiro publico, matando tantas pessoas pobres que precisam dele para sobreviver, e para se sentirem um pouco mais digna.

Queremos estar sempre contentes, felizes com o que fazemos, e sentir também que pode e deve haver reciprocidade, reconhecimento. Mas, nem todas às vezes, vai haver isso. Deus sempre vai nos contrariar. Tudo para que NÃO coloquemos nos homens, nos nossos, o nosso apoio, a nossa salvação, e felicidade. Toda a nossa vida estar em Deus. E, somente Dele e por ELE, eu receberei a recompensa, a coroa da vida eterna. As dores virão, as decepções também. As traições. Porque para que tudo seja realmente completo, lindo, por igual, inteiro, depende do outro. O outro, não é o meu eu, ou a extensão de minhas vontades. Outro, é uma vida diferente, com seu mundo, suas ideias, suas vontades, ordenadas ou não. Sua liberdade.

Se, o outro NÃO ama. Se, a sociedade estar doente, desorientada, perdida, sejamos nós, referencial de Deus para ela. Esse referencial miserável, pecador, onde Cristo se fez e faz presente, cura, liberta, renova, para que eles também, tenham sede de vir. Acolhamos aquilo que não esperávamos que não planejamos, e sejamos firmes em nossa cruz, entregando tudo para Deus. Tudo o que nos dói, muda em nós muitas coisas. Nos tira da zona de conforto, e nos faz reagir para enfrentar essa nova situação. Nos fazer mais homens e mais mulheres de verdade, e não uma simples caricatura.

Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus

A Mãe de Deus e a falsa mãe do mundo


No primeiro dia de janeiro, a Igreja celebra a Solenidade de Maria, Mãe de Deus. Não é sem propósito que a liturgia coloca a celebração desse importante dogma de nossa fé, cuja proclamação foi motivo de grande júbilo para os cristãos primitivos, no início do novo ano. Nestes tempos em que a sociedade costuma dirigir seus pensamentos para as coisas mundanas, temos de recordar a maravilhosa notícia da maternidade de Maria.
O dogma da maternidade divina de Maria está ligado a um artigo inegociável do credo cristão: a encarnação do Verbo. Por volta do século V, graves crises cristológicas surgiram, causando grande perturbação no seio da Igreja. Dizia-se, entre outros absurdos, que Jesus não possuía duas naturezas — a humana e a divina —, mas somente esta última. Nestório, um importante bispo da época, defendia outra tese: Jesus seria um simples homem elevado à divindade por pura graça de Deus. Com essa afirmação, ele intentava pôr fim ao piedoso título de Theotókos (Mãe de Deus),atribuído pela comunidade a Maria, porque o considerava um grande escândalo (não muito diferente do que postulam certas seitas atuais).
Ocorre que a afirmação de Nestório, como a das demais heresias cristológicas, provocava uma séria dificuldade para a doutrina da remissão dos pecados. Segundo ensinam os Santos Padres, o que não foi assumido não foi redimido. Isto significa que só há verdadeira salvação se Jesus for o Verbo de Deus verdadeiramente encarnado. Se o que morreu na cruz era apenas um homem, esse sacrifício não teve valor algum. Foi o que notou São Cirilo de Alexandria na sua contundente defesa do título Theotókos. Ora, Maria é Mãe de Deus porque em Jesus há apenas uma pessoa (a divina) e duas naturezas (a divina e a humana). E a maternidade diz respeito a uma pessoa, não a uma natureza.
De fato, este dogma mariano é mais bíblico do que se imagina. Inspirada pelo próprio Espírito Santo, Isabel proclamou: Donde me vem esta honra de vir a mim a Mãe de meu Senhor? (Lc 1, 43). Nestas palavras acertadas, exprime-se toda a alegria com que os católicos costumam dirigir-se a Nossa Senhora, aquela que vem às pressas socorrer as necessidades de seus filhos (cf. Lc 1, 39). Maria está inseparavelmente ligada à redenção porque "foi dela que o Verbo assumiu, como próprio, aquele corpo que havia de oferecer por nós". Não se tratava de um corpo extrínseco nela introduzido, recorda Santo Atanásio; o anjo disse-lhe: de ti (cf. Lc 1, 35), "para se acreditar que o fruto desta concepção procedia realmente de Maria" [1].

A falsa mãe do mundo

Na hora derradeira, Jesus entregou Sua mãe para toda a humanidade, na pessoa do apóstolo amado (cf. Jo 19, 25-26). Desde o princípio, os cristãos acolheram Maria em suas casas, como fez São João, para dedicar-lhe a merecida reverência. E o fizeram na certeza de que quem acolhe a mãe, acolhe também o filho. Ao contrário, aqueles que negaram pousada para a mãe, em Belém, negaram a própria salvação que batia às suas portas, em busca de um lugar para reclinar a cabeça (cf. Mt 8, 20). Jesus nunca pregou em Belém, durante Seu ministério público, porque não havia lugar para Ele naquela região (cf. Lc 2, 7).
Maria é, pois, a mãe que nos dá o verdadeiro alimento que salva: o pão vivo descido do céu. Infelizmente, assistimos a uma nova onda de paganismo, a qual tem minimizado a importância da fé cristã em nossa sociedade, para ressaltar os novos deuses dos tempos modernos. A maternidade de Maria é posta de lado — por vezes, até ridicularizada —, ao passo que a nova mãe do mundo, a Gaia, como dizem alguns, ganha o espaço que antes era da Mãe de Deus.Isso explica o porquê de as igrejas estarem vazias, na virada do ano, e as praias estarem cheias: as luzes efêmeras dos fogos de artifício têm mais valor que a Luz perene irradiada por Cristo.

Uma sociedade materialista moldará deuses materialistas, os quais assegurem as suas "cebolas do Egito". Por isso, prefere-se cultuar a mãe que dá o alimento que passa do que a Mãe que introduz na vida eterna. Mas esse culto à Mãe da Terra, longe de trazer libertação, prende o ser humano nos vícios da carne, nas paixões mundanas e no próprio egoísmo. O homem esquece-se de sua finalidade, que é o Céu, para concentrar esforços numa jornada sem propósito: este mundo mesmo "onde a ferrugem e as traças corroem" ( Mt 6, 19).

Mãe de Deus e da Igreja para sempre

O Concílio Vaticano II ensina que a "maternidade de Maria na economia da graça perdura sem interrupção". Isso significa que, mesmo após assunta aos Céus, Maria "não abandonou esta missão salvadora, mas, com a sua multiforme intercessão, continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna" [2]. Quantos têm desperdiçado este auxílio precioso por culpa ora de más teologias, ora do paganismo que se propaga nos grandes meios de comunicação.
Caminhamos para o centenário das aparições da Mãe de Deus em Fátima, Portugal. É uma ótima oportunidade para redescobrirmos o valor da espiritualidade mariana, lembrando-nos dos pedidos que a Senhora fez à humanidade: oração e mortificação pela paz no mundo e pela salvação dos povos. Enquanto alguns fazem troça desses pedidos, os católicos têm o dever de ecoar pelos quatro cantos da Terra a mensagem daquela cujo coração triunfará no último dia. Como salientou Bento XVI durante visita a Portugal, "iludir-se-ia quem pensasse que a missão profética de Fátima esteja concluída" [3]. Não somos deste mundo, não somos filhos desta terra. Nossa verdadeira Mãe leva-nos a escolher os bens que não passam. Confiemos a ela este novo tempo que se inicia para que tenhamos verdadeiramente um "feliz ano novo".
Por Equipe Christo Nihil Praeponere
https://padrepauloricardo.org/blog/a-mae-de-deus-e-a-falsa-mae-do-mundo
Nota do moderador desse blog sobre a materia em exposição
Julio Cesar disse:

Maria sempre Virgem


Nota do moderador desse blog sobre a materia em exposição
Julio Cesar disse 




Porque os ataques a Maria? – Porque o demônio sabe que precisa desqualificar a figura Santa e Virgem da Mãe de Deus, para que ninguém a possa copiar. O demônio poderia falar de Eva. Pois, sabe que ela perdeu, caiu. Mas, no caso de Maria, como co-redendora da humanidade, o demônio sabe que ELA tem um papel fundamental na Salvação dessa humanidade. Para isso, precisa desqualifica-la. Não é toa, que precisou e precisa de idiotas uteis para fazer tal esforço.

Porque o demônio NÃO desqualifica Deus, como ele faz com Nossa senhora? Porque Maria se tornou Mãe. Humana, Mulher, humilde, pequena, silenciosa, sua postura encanta a muitos outros. Sua postura atrai muitas pessoas para Deus. Com isso, é imprescindível manipular a verdade, para tentar enganar os bestas. E, desculpe por isso: Quanta gente besta cai em argumentos pobres e desprovidos de qualidade, com relação à Maria. Podemos xingar, desqualificar, menosprezar as mães dos outros, mais, quando se trata da nossa, ai a situação é outra. Não é uma  incoerência?

Se, Jesus Cristo NÃO estava nem ai para a sua Mãe, e nem a reconhecia por esse titulo, porque então não fazemos isso também com a nossa? Não fazemos, porque temos o mesmo sentimento de Cristo. Somos imagem e semelhança Dele. E, ELE, nunca tratou de forma diferente a sua Mãe. O demônio sabe que Maria é importante, muito importante para a Salvação dos homens. Maria, é o rosto de Deus humanado. Maria sabe que s homens tem medo de Deus, e Deus sabe que pode contar com Maria, para que os homens, vejam Nela o seu rosto e com isso, possa chegar mais perto Dele. O demônio, e nós, somos bestas, tolos, idiotas. Mas Deus não. Deus sabe os usar os caminhos Dele para chegar aos homens.

Deus NÃO poderia fazer de Maria uma barriga de aluguel. Se, fosse assim, que impressão teríamos Dele? Seriamos fundamentalistas, arrogantes, e não pessoas que sabem amar, como ELE ama. Mas, tentar apagar a Virgindade de Maria, é desqualifica-la. Pois sabem que muitas pessoas estão voltando a Igreja e Adorando a Deus por meio Dela. Por isso, o demônio tentar de todas as formas, apagar o que não pode. Maria foi virgem, antes de depois do parto. Nós, é que temos a impressão que toda mulher para ser mulher, tem que manter relação sexual, tem que ter mais filhos, e filhos, e filhos. A coisa não é bem assim não cara-palida. Maria era diferente. Deus a desejou. O Anjo foi em busca Dela. O Anjo pediu o seu consentimento.


Não tenhamos medo de amar Maria. Jamais conseguiríamos amar ELA como Jesus a amou loucamente. Maria, não nos rouba Deus. Com Maria, estou mais próximo a Deus. Com Maria, sei como me portar diante de Deus. Com Maria, procuro a viver a minha virgindade no meu matrimonio de forma plena. Com Maria, eu posso ser todo de Deus.

Mãe de Deus e nossa Mãe


Nota do moderador desse blog sobre a materia em exposição
Julio Cesar disse:
As pessoas tende a imaginar que Maria não foi virgem, nem antes, ou depois do parto. Ou, que Maria foi Virgem antes, e que depois, teria que viver como qualquer outra mulher: Ter filhos carnais. Pensar assim, é imaginar que toda a preparação de Deus para salvar a humanidade, foi apenas de usar o ventre de Maria, como barriga de aluguel.

Não havia outra Mulher no mundo, na qual, pudesse ser Mãe do Salvador. Teria que nascer uma Mulher isenta do pecado. Eva, perdeu a graça Santificante, por que estava submetida a condições humanas. Era humana, era criatura. Deus viu que isso seria um problema, criou Maria isenta do pecado original. Maria é humana, é criatura, mais, estava isenta do pecado original. O pecado original é o pecado de origem, na qual, se deu todo esse processo. O pecado da desobediência, das tendências desordenadas. Todos nascemos com o pecado de origem. Na qual, somente no Batismo, Deus elimina esse pecado. Mas, em nós, fica as tendências a pecar, as nossas vontades desordenadas, na qual, através delas, pelo NÃO ao pecado, vamos mostrando o nosso amor por Deus.

Deus não poderia nascer de qualquer uma, sendo Santo, puro, como ELE é. Somente a partir de alguém puro como ELE é, é que o mundo começaria a ver a ordenação de todas as coisas. Há uma intima e profunda ligação entre os dois. Tudo o que é de Maria, Jesus Cristo possui. Não dá para separar as duas coisas, como se Jesus fosse algum E.T. O puro estava ligado a outro puro, na qual, a beleza se tornou real, sublime. Somente Maria que era pura, poderia compreender todas as coisas, e nos ensinar que, Deus deseja habitar nos corações puros, apesar de nossas misérias humanas. O nosso pecado somente limita Deus estar em nós, quando permitimos que o nosso pecado, seja algo determinante, usual, objetivo em nossa vida. Deus respeita, e não entra. Quando, mesmo pecador, coloco o pecado a certa distancia, dizendo NÃO a ele, permito que Deus entre, e faça a sua morada em meu coração.

Maria estava tão repleta de Deus, que seria impossível ELA ter filhos gerados pelo semem depois. Seria impossível, vazio, se ELA tivesse tratado tudo isso, como mero acaso. Maria foi além. Maria desejou, e venceu. Maria foi coroada Rainha, Mãe de todos os seres viventes. As nossas vontades estão tão desordenadas, tão doentes que, imaginamos que se não tivermos uma vida sexual, seremos pessoas mutiladas. Se não tivermos uma família, e com uma vida sexual ativa, seremos doentes. Quem disse isso? Quem disse que para o homem e a mulher ser feliz, precisa ter uma vida sexual ativa? Há muitas pessoas felizes, sem manter uma vida sexual ativa. Pois, a felicidade, não se encontra nas coisas que passam, mais, em Deus. Quem tem a Deus tem tudo.

Sou casado há 18 anos, separado há 3 anos, e não mantenho nenhuma vida sexual ativa fora do meu matrimonio. Sei que a minhas vontades, me levam a querer a satisfação de minha carne. Luto para me manter fiel até o final, custe o que custar. A vida sexual ela é boa, quando mantida em ordem das coisas, e não pela satisfação de minhas vontades. Em Maria, tudo antes e depois, estavam ordenados. Mesmo sendo uma menina nova, Deus a desejou. Deus não poderia deixa-la depois da morte do seu Filho, como algo qualquer. Que Deus seria esse? Será que Maria sendo Mãe do Rei, não poderia ser coroada como rainha? Será que o Pai não escutaria o Filho, os pedidos do Filho em nome de sua Mãe?

O que faríamos., se as pessoas tratassem a nossa mãe como uma qualquer? Receberíamos passivo a esses ataques mentirosos? Crio que não. Creio que a defenderíamos. Sabemos quem é a nossa mãe. Imagine então, a Mãe de Jesus Cristo. Tudo em Maria se tornou completo, rico, Santo, sublime. Nela, estava o Cristo. Por ELA, o Cristo pensou, chorou, foi amamentado, fez cocó, peidou, vomitou. Porque tudo Dele, era humano, e fazia parte Dela, e da constituição humana. Cristo ordenou tudo. Cristo participou da minha vida. Então, Cristo eu posso tocar. Posso ver, no irmão, na Eucaristia, nas coisas criadas, e posso amar a Deus.

O grande problema desses ataques a Maria, estar no fato que, muitos antes, o demônio já tinha tamanho ódio Dela, por saber que através Dela, do seu SIM, Deus salvaria a humanidade. A humildade de Maria, impediu o demônio a convencer de desistir, de ser como deus, conhecedora do bem e do mal, como ele fez a Eva. Maria recuperou a integridade e a figura feminina, destruída por Eva. Por Maria, toda mulher tem um espelho para viver e ser. Porque de Maria, tem tudo de Deus. 

O Verbo assumiu nossa natureza no seio de Maria Das Cartas de Santo Atanásio, bispo (século IV)





O Verbo de Deus veio em auxílio da descendência de Abraão, como diz o Apóstolo. Por isso devia fazer-se em tudo semelhante aos irmãos (Hb 2,16-17) e assumir um corpo semelhante ao nosso. Eis por que Maria está verdadeiramente presente neste mistério; foi dela que o Verbo assumiu, como próprio, aquele corpo que havia de oferecer por nós. A Sagrada Escritura, recordando este nascimento, diz: Envolveu-o em panos (Lc 2,7); proclama felizes os seios que o amamentaram e fala também do sacrifício oferecido pelo nascimento deste Primogênito. O anjo Gabriel, com prudência e sabedoria, já o anunciaram a Maria; não lhe disse simplesmente: aquele que nascer em ti, para não se julgar que se tratava de um corpo extrínseco nela introduzido; mas: de ti (cf. Lc 1, 35Vulg.), para se acreditar que o fruto desta concepção procedia realmente de Maria.

Assim foi que o Verbo, recebendo nossa natureza humana e oferecendo-a em sacrifício, assumiu-a em sua totalidade, para nos revestir depois de sua natureza divina, segundo as palavras do Apóstolo: É preciso que este ser corruptível se vista de incorruptibilidade; é preciso que este ser mortal se vista de imortalidade (1Cor 15,53).

Estas coisas não se realizaram de maneira fictícia, como julgam alguns, o que é inadmissível! Nosso Salvador fez-se verdadeiro homem, alcançando assim a salvação do homem na sua totalidade. Nossa salvação não é absolutamente algo de fictício, nem limitado só ao corpo; mas realmente a salvação do homem todo, corpo e alma, foi realizada pelo Verbo de Deus.

A natureza que ele recebeu de Maria era uma natureza humana, segundo as divinas Escrituras, e o corpo do Senhor era um corpo verdadeiro. Digo verdadeiro, porque era um corpo idêntico ao nosso. Maria é portanto nossa irmã, pois todos somos descendentes de Adão.

As palavras de João: O Verbo se fez carne (Jo 1,14) têm o mesmo sentido que se pode atribuir a uma expressão semelhante de Paulo: O Cristo fez-se maldição por nós (cf. Gl 3,13). Pois da intima e estreita união com o Verbo, resultou para o corpo humano em engrandecimento sem par: de mortal tornou-se imortal; sendo animal, tornou-se espiritual; terreno, transpôs as portas do céu.

Contudo, mesmo tendo o Verbo tomado um corpo no seio da Maria, a Trindade continua sendo a mesma Trindade, sem aumento nem diminuição. É sempre perfeita, e na Trindade reconhecemos uma só Divindade; assim, a Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo.

Da Liturgia das Horas da Solenidade de Santa Maria, Mãe de Deus (Ofício das Leituras, segunda leitura)

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Nota do moderador desse blog sobre a materia em exposição
Julio Cesar disse:



Jesus Cristo, divino e humano. Jesus Cristo assumiu a nossa condição humana, exceto o pecado. Cristo, por meio de Maria, teve um corpo. Um corpo foi sendo desenvolvido no ventre de Maria. Um corpo Santo, com todas as características de sua Mãe. Tudo o que é de Maria, tem em Jesus Cristo. Para a loucura de muitos, e até do inferno, Cristo se tornou humano: Pensou, teve fome, sonos, cansaço, trabalhou, foi submisso aos pais. Cristo também fez cocó, urinou, soltou pum. Um corpo normal, como qualquer outro. Porém, sua estrutura psíquica, estava toda ordenada. Não cedeu as tentações. Não cedeu as loucuras dos homens. Permaneceu calmo, sereno, equilibrado. Amou, amou loucamente o homem.


Cristo, que veio a esse mundo, sendo Deus, sendo Rei, sendo Tudo, desejou ser pequeno, e frágil. Desejou ser cuidado por cada um de nós. Um Cristo humano, que desde pequeno, sempre soube estar firme em sua humanidade. Permitiu ser cuidado por Maria e José. O Cristo que ajudou os pais. O Cristo humano que estava atento em tudo, e não desordenado. Um Cristo humano, para recuperar a nossa humanidade. A nossa carne, NÃO tinham mais salvação. Morreríamos, e o nosso destino, era o inferno. Nos perderíamos para sempre. Deus veio, e em um corpo humano, sofreu todos os tipos de tormentos, para recuperar, para Santificar, aquilo que o pecado tinha destruído. Sofreu, para mostrar ao inferno, a sua derrota. Sofreu, para elevar o nosso corpo as alturas. O nosso corpo é Santo, e não lugar de Morte. Não somos mais escravos. Somos livres.  Toda escravidão, é escolha nossa.

Com o SIM de Maria, Cristo se fez carne Nela. O que Eva perdeu, Maria recuperou. O Cristo NÃO poderia nascer de qualquer mulher que tivesse em si o pecado original. Maria, foi isenta do pecado, e por isso, o demônio NÃO poderia tocar Nela. O demônio NÃO poderia fazer Nela, o que fez com Eva. Se fosse assim, a Salvação de todos, estava mais uma vez comprometida. Por isso, que o demônio tem tanta raiva. O demônio estar perdendo e vai perder cada vez mais. O demônio não quer que saibamos que o nosso corpo é Santo. O demônio nos engana dizendo que podemos fazer tudo o que o nosso corpo pede. O demônio nos engana, em não nos mostrar, qual o resultado final de nossas más escolhas, quando trazemos isso no corpo de forma errada.

Maria tinha que ser pura, sem mancha do pecado original, para poder ter o Filho de Deus gerando Nela, e por Ela. O Filho de Deus, sem pecado, puro, somente deveria estar no lugar puro. Em um lugar também ordenado, equilibrado, Santo, como foi o ventre de Maria. Cristo NÃO poderia de forma alguma, nascer de outra mulher. Nenhuma das mulheres daquela época, estavam aptas a acolher a Boa-Nova. Somente Maria. E, é por Maria, que devemos ir ao encontro desse homem amado, louco de amor por nós, criaturas ingratas, infantilizadas, birrentas.

Maria quer nos ensinar como podemos ser Santos. Maria vai nos ensinar, como devemos agradar a Deus. Os ensinamentos de Maria, será uma veste para a nossa personalidade. Uma mudança de personalidade, de atitudes. É por meio de Maria, que vou entender tudo sobre o seu Filho. Por mim mesmo, não tenho condições de chegar até Jesus Cristo. Sou fraco, lento, infantil. Mas, por meio de Maria, vou chegar até ELE. Deus escolheu Maria por ELA, a salvação vir ao mundo. Por Maria de novo, Deus deseja que os homens conheçam, amem o seu Filho. É Maria que vai levar o homem de hoje até Deus.