sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Após torturar, abusar e matar filha, saudita é libertado

Saudita religioso foi acusado de torturar, abusar e matar filha de cinco anos Foto: The Independent / Reprodução

Uma “celebridade” saudita, homem acusado de estuprar, torturar e matar sua filha de cinco anos foi libertado da prisão nesta semana, após o juiz considerar a pena “suficiente” pelo crime. Além da cadeia, ele teve de pagar uma quantia de R$ 124 mil para a mãe da criança. As informações são do The Independent.

Fayhan al-Ghamdi foi acusado de matar a filha, Lama, que sofreu de múltiplas lesões, incluindo fraturas no crânio, costas, costelas, queimaduras em diversas partes do corpo e hematomas. Os assistentes sociais responsáveis pelo caso disseram que a menina teria sido ‘repetidamente estuprada e queimada’.

O pai teria admitido ter usado canos e cabos para torturar a menina, pois não acreditava em sua virgindade. Ele teria a levado a um médico, inclusive, para ter a prova.

Apesar de existir prisão perpétua e pena de morte no país, os homens não podem ser condenados por matar filhos ou esposas na Arábia Saudita. A lei começou a ser reivindicada por grupos de direitos humanos. Outra questão que passou a a ser levantada é a multa cobrada pela morte de filhas – que tem metade do valor em relação aos meninos.

Uma hashtag foi criada após o caso de Lama. #AnaLama (que pode ser traduzido por Eu sou Lama), para criticar liberdade do pai assassino.

http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/apos-torturar-abusar-e-matar-filha-saudita-e-libertado,78091dae3ab3b410VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html



Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição

Julio Cesar disse:

Vamos entender essa loucura: O pai  que matou, torturou com canos e cabos a filha, por não acreditar que ela era virgem? Uma criança ? E ainda, sai da cadeia por pouco tempo que passa nela, na qual, o Juiz considerou o tempo suficiente para pagar as suas horríveis ações?

A situação é séria. O mundo estar dessa forma, porque cada vez mais, as pessoas se distanciam da verdade que é Cristo. Deus, nos deu o seu filho Jesus Cristo para que morresse por nosso pecado. Não havia e nem haverá qualquer pessoa que possa fazer o que Jesus Cristo, filho de Deus, sendo Deus, mais, se fez homem para me amar, morresse por meus pecados. Nunca haverá.

Morreu, para me ensinar, como é o amor do Pai para com a humanidade. Um Deus poderoso, grande, que se fez de pequeno, “frágil”, que nasceu em uma família, na pobreza, para mostrar como deve ser a vida do ser humano. Temos um verdadeiro modelo de Santidade e de vida, na qual, devemos copiar: Jesus Cristo. Ele é o novo Adão, e Maria, a nova Eva. O que Adão e Eva perderam pela desobediência, Jesus e Maria ganharam pela sua obediência ao Pai. Não somente um, mais dois modelos de vida e de Santidade, na qual, devemos copiar.

Não podemos ser o que o mundo quer. O mundo não tem Deus. O mundo estar corrompido pelo pecado. A nossa felicidade estar em Deus. Se, distanciarmos de Deus, a nossa tendência, é agir dessa forma. Estaremos vulneráveis aos ataques do demônio. O demônio conhece as nossas fraquezas. E, vai explorar tudo o que for possível, para que “mordendo a isca” sejamos pegos de surpresa.

Se, queremos amar, temos que ir a fonte do amor que é Deus. Deus é amor, e quem ama a Deus, ama seu próximo. Sem amor, nos tornamos pessoas fechadas, azedas, egoístas, indiferentes aos outros, e aos nossos. Esse senhor que matou a sua filha, não tem e nem conhece a Deus. Pois, quem tem e conhece a Deus, jamais faz coisa semelhante, porque Deus já estar tão enraizado nele, quem já não é ele mais, mais, o próprio Deus.

Agora, quando NÃO temos Deus e nem o conhecemos, vamos agindo de maneira errada, como se fosse normal. Não temos um referencial de vida, de Santidade, que é capaz de amar, de perdoar de servir, de entender e aceitar o outro, porque todos somos irmãos, e filhos de um mesmo Deus.

Escola coloca aluno de 14 anos em isolamento após ele raspar o cabelo por caridade



LONDRES - Um adolescente que raspou a cabeça para arrecadar dinheiro para uma instituição de caridade que combate o câncer foi colocado em isolamento por três dias na escola por "romper as regras" da instituição. Stan Lock, de 14 anos, cortou os cabelos depois de observar como amigos e familiares haviam sido afetados pela doença, com o objetivo de arrecadar dinheiro para a ONG Macmillan.

Mas a escola Churchill Academy em North Somerset, no Reino Unido, considerou que o estudante deve ficar em isolamento até que seu cabelo cresça um pouco mais - o que pode levar semanas.

O garoto raspou o cabelo com máquina "número um" no último domingo e terá que esperar crescer até, pelo menos, o nível "número dois". Em resposta à atitude da escola, ele vem recebendo uma enxurrada de mensagens de apoio de amigos e companheiros da escola.

Após raspar a cabeça, ele já tinha levantado mais de 200 libras (R$ 805). Mas, com a repercussão do caso, a arrecadação saltou para mais de 2.600 libras (R$ 10.466).
Stan, que também iniciou uma petição on-line, escreveu em sua página no site JustGiving: "Para minha tristeza, o diretor da minha escola decidiu na segunda-feira que meu corte de cabelo era muito radical e me colocou em isolamento por, pelo menos, o resto desta semana!"

"Enquanto essa situação tem me parecido um castigo por começar a fazer algo por caridade, o apoio que me foi dado por outros alunos, pais e meios de comunicação tem sido fantástico e não me arrependo de ter raspado minha cabeça para a MacMillan."

A mãe de Stan, Melanie Rees, de 47 anos, disse que estava "muito orgulhosa" da atitude de seu filho:

"Tivemos alguns amigos e familiares afetados pelo câncer. Embora os casos não sejam muito recentes, trata-se de algo que vem habitando sua mente", informou ao "Daily Mirror".

Ela também disse que esperava que a escola fizesse algum julgamento, mas abriria uma exceção devido à motivação por trás da atitude de Stan.

O site da Churchill Academy diz que os pais devem consultar a escola antes de os alunos aderirem a uma "cor ou corte radical de cabelo", e adverte que o desvio do código de vestimenta, incluindo "cabelo muito curto", resultará em isolamento.
O diretor Barry Wratten, entretanto, informou que a escola está revendo se Stan deve permanecer em isolamento.



Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/escola-coloca-aluno-de-14-anos-em-isolamento-apos-ele-raspar-cabelo-por-caridade-15197490#ixzz3QKqNZcci 
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Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição

Julio Cesar disse:

O servir ao próximo como exercício do amor




É possível sorrir quando as cores da vida querem ficar em tons cinza. Não há mistério. Basta bom humor, alegria e simpatia para não deixar esquecer que o riso “é o melhor remédio”. Entre um copo de mingau e outro, o professor aposentado Humberto Ferreira Oriá, com seus 84 anos, troca versos e sorrisos com pacientes do Instituto do Câncer do Ceará (ICC), para lembrá-los do quanto faz bem ver graça na vida. 
 Ainda jovem, uma frase escrita em um lugar qualquer na cidade de São Paulo (onde foi tentar a vida), chamou a atenção de Oriá: “como é bom ser bom”. Desde então, o pensamento aprendeu a ser positivo e a vencer a vontade de reclamar por qualquer coisa. Em 1998, descobriu um câncer. Venceu. A batalha recomeçou em 2003, quando o problema retornou e o obrigou a enfrentar 37 sessões de radioterapia. Venceu de novo. Onze anos depois, já voluntário do ICC, o câncer voltou. Mas não é mais forte do que sua vivacidade.

Se a vida lhe deu um problema, Oriá encontrou na leveza do sorriso uma solução. “Um dia desses li uma pesquisa de Harvard que dizia que os bem humorados vivem mais. Eles nem precisavam dizer isso, a gente já sabia”, brinca.

Dedicação
Há cinco anos, seu Humberto dedica a manhã de suas quintas-feiras aos pacientes do ICC. O primeiro rumo é para a sala de radioterapia, por onde passou. “Tem muitos (pacientes) que estão cabisbaixos. Eu digo pra eles que eu já tive (a doença), que tentem vencer essa batalha, e eles se sentem felizes”, diz Oriá, refletindo a satisfação de quem reconhece ouro no poder do diálogo. 

No salão do quinto andar, quem está longe, olha interessado para aquele senhor de baixa estatura, bata verde, óculos e lenço na cabeça, que conversa despretensioso com um e outro e distribui mingau. Ele brinca, conta anedotas, mas sabe que está ali para aliviar dores. “Tem muitos aí que não sabem que têm câncer, eles falam ‘aquela doença’, porque o câncer é uma doença perigosa, a pessoa tem de estar na batalha durante muito tempo. Ele pode voltar, como voltou para mim”, frisa.

Ser solidário é estar junto ainda quando o sorriso fica difícil. Oriá relembra pacientes com quem conversou e que não resistiram aos tratamentos. Um dos pacientes, certa vez, o chamou para agradecer a atenção. “Ele faleceu, mas sentiu-se feliz por eu ter dito uma palavra de apoio”, diz.

O trabalho continua, em parceria com outras centenas de voluntários que enchem de vida os corredores e as salas do ICC. “A coisa mais prazerosa que tem na minha vida hoje é vir aqui e trazer uma palavra de apoio, de esperança”, ressalta. “Aqui, temos um só objetivo: servir. O servir é o exercício do amor”, resume.
 Frases
"SER VOLUNTÁRIO ONDE SE LUTA MAIS INTENSAMENTE PELA VIDA É TER A DELICADEZA COMO PALAVRA-CHAVE DO COTIDIANO. O ICC CONTA COM CERCA DE 300 VOLUNTÁRIOS QUE ASSUMEM ESSA MISSÃO A CADA DIA"
http://www.opovo.com.br/app/opovo/brasil/2015/01/30/noticiasjornalbrasil,3385086/o-servir-ao-proximo-como-exercicio-do-amor.shtml?fb_action_ids=874860449244825&fb_action_types=og.recommends
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição

Julio Cesar disse:

A nossa felicidade estar aqui



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Julio Cesar disse:

Sacerdotes são ameaçados de perder seus perfis sociais por usarem o título “padre”

Catholic social media summit stresses evangelization




padre Peter West é sacerdote há quase 25 anos, mas, esta semana, ele voltou a ser apenas "Peter West".
 
Pelo menos no Facebook.
 
Ele conta que foi acessar a rede social nesta terça-feira e acabou sendo bloqueado porque o seu nome de usuário incluía o título “padre”.
 
A rede mantém há certo tempo a política de não permitir que os seus membros usem títulos profissionais ou religiosos. “O Facebook é uma comunidade em que as pessoas usam as suas identidades verdadeiras”, explica a política do site, baseada na proposta de que cada membro sempre saiba com quem está se conectando a fim de que a comunidade seja segura. Entre uma série de outros itens, as regras pedem que os usuários não acrescentem aos seus nomes “nenhum tipo de título (p. ex.: profissional, religioso)”.
 
Vários sacerdotes católicos contornam esta restrição juntando a palavra “padre” ao seu primeiro nome ou usando um hífen entre os dois, ou, no caso de sacerdotes que são membros de congregações religiosas, acrescentando a sigla da sua ordem no final do nome.
 
Mas a recente onda de sacerdotes que sofreram as medidas restritivas do Facebook levou à criação, nesta semana, da página “Tell FB: Allow Catholic Priests to keep the title ‘Father’ in their FB name” [“Digam ao FB: Deixem os padres católicos manterem o título ‘padre’ em seu nome na rede”].
 
“A política do Facebook parece imposta de maneira desigual”, declarou o arcebispo da cidade norte-americana de Oklahoma, dom Paul Coakley, em uma entrevista (feita, aliás, através do Facebook). “Eu combinei a palavra ‘arcebispo’ com o meu nome: ArchbishopPaul Coakley. Parece que esta restrição não se justifica se observarmos o tipo de discurso que as mídias sociais deveriam promover. Eu realmente quero que as pessoas saibam com quem elas estão se comunicando ao entrarem em contato comigo. Uma das coisas que me atraíram no Facebook é a variedade de oportunidades que ele oferece para a evangelização”.
 
“É bizarro. Foi a primeira vez que aconteceu isso comigo”, disse o padre James Chern, que também enfrentou problemas ao usar o título “padre” nesta semana. Ele é diretor do Instituto de Vocações da Arquidiocese de Newark, além de capelão universitário, e acha o Facebook muito útil para a comunicação com os jovens. Mas... “Recebi uma mensagem dizendo que o meu nome ‘não cumpre as nossas políticas ou normas’. Em outra tentativa, a mensagem dizia: ‘Não estamos permitindo o uso de nenhum título profissional ou religioso’. Tentei colocar ‘Padre’ no campo do nome, ‘Jim’ no campo do meio e ‘Chern’ no do sobrenome, mas apareceu outra mensagem dizendo: ‘Você está violando a nossa política. Dentro de um minuto, você terá a oportunidade de mudar o seu nome. Se continuar informando o mesmo nome, vamos desativar a sua conta’. Aquilo foi uma surpresa, porque é como se dessem a você um minuto para sentar e refletir sobre a sua existência!”.
 
sacerdote acabou mudando a própria foto de perfil: colocou o desenho de um jovem padre com a sigla "pe." num dos cantos.
 
Curiosamente, eu encontrei no Facebook vários “rabinos”, “capelães” e “imãs”.
 
Outra curiosidade é que, nos Estados Unidos, o Facebook possibilita que os seus usuários escolham entre mais de 50 possibilidades de gênero, que incluem matizes como “transgênero”, “transgênero masculino”, “transgênero feminino”, “transgênero homem”, “transgênero mulher”, “transgênero pessoa”, “transfeminino”, “transmasculino”, “transexual”, simplesmente “trans”, “trans” seguido de outras 12 combinações, “cisgênero” (também seguido de mais 5 combinações), “cis” (com outras 5), além de “gênero fluido”, “não binário”, “pangênero”, “agênero”, “bigênero” e outras diversas possibilidades. Se a rede se flexibilizou tão confortavelmente naquele caso, por que não no caso dos padres?
 
E por que é importante poder usar o título “padre”?
 
Porque “é a minha vocação”, explica o pe. Stephen Imbarrato. “Eu não escolhi ser padre; foi Deus que me escolheu para ser padre. Nem os membros da minha família me chamam apenas de Stephen. E ‘padre’ não é um título ‘profissional’, é uma vocação na vida!”.
 
Em resposta a vários pedidos de entrevista que eu enviei, o Facebook simplesmente me devolveu uma mensagem padrão por e-mail: “Obrigado por dedicar uma parte do seu tempo a nos enviar o seu feedback. Estamos constantemente tentando melhorar o Facebook e por isso é importante ouvirmos as pessoas que o utilizam. Infelizmente, não podemos responder aos seus e-mails individualmente, mas estamos prestando atenção a eles. Agradecemos pelo tempo que você dedicou a nos escrever”.

http://www.aleteia.org/pt/tecnologia/artigo/sacerdotes-sao-ameacados-de-perder-seus-perfis-sociais-por-usarem-o-titulo-padre-5787089324998656

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Julio Cesar disse:

Papa cita memória e esperança como “parâmetros” do cristão

Francisco defende a necessidade de os cristãos sempre recordarem o primeiro encontro com Cristo e manterem a esperança em Jesus
Da Redação, com Rádio Vaticano
Francisco celebra Missa na Casa Santa Marta, um costume desde o início de seu pontificado / Foto: L'Osservatore Romano
Francisco celebra Missa na Casa Santa Marta, um costume desde o início de seu pontificado / Foto: L’Osservatore Romano
Um cristão deve sempre proteger em si a memória do seu primeiro encontro com Cristo e a esperança n’Ele, que leva a seguir adiante na vida com a coragem da fé. Esse foi o ponto central da homilia do Papa Francisco, nesta sexta-feira, 30, na Casa Santa Marta.
Não ama realmente quem não recorda os dias do primeiro amor. E um cristão sem memória do seu primeiro encontro com Jesus é uma pessoa esvaziada, espiritualmente inerte, como são as pessoas “mornas”.
O que orientou a homilia do Papa foi a frase inicial da Carta aos Hebreus, na liturgia do dia, na qual o autor nos convida a “lembrar aqueles primeiros dias” em que receberam a luz de Cristo. Segundo o Papa, trata-se do dia do encontro com Jesus, que não deve ser esquecido nunca, porque é o dia de uma grande alegria e de vontade de fazer coisas grandes.
Junto à memória, o Papa observou que não se pode perder a coragem dos primeiros tempos e o entusiasmo, a franqueza que nascem da recordação do primeiro amor. Sem isso, os cristãos correm o risco de perder o calor, tornarem-se “cristãos mornos”.
“Sim, estão ali, parados, são cristãos, mas perderam a memória do primeiro amor. E, sim, perderam o entusiasmo. Também perderam a paciência, aquele ‘tolerar’ as coisas da vida com espírito do amor de Jesus; aquele ‘tolerar’, ‘levar nas costas’ as dificuldades…Os cristãos mornos, pobrezinhos, estão em grave perigo”.
Atenção ao mal que bate à porta
Quando pensa nos cristãos mornos, o Papa menciona duas imagens incisivas e desagradáveis à aparência. A primeira é aquela evocada por Pedro, do “cão que retorna ao seu vômito” e a outra é a de Jesus, para o qual há pessoas que, ao decidir seguir o Evangelho, expulsaram de si o demônio, mas quando este volta com força lhe abrem a porta.
“O cristão tem esses dois parâmetros: a memória e a esperança. Retomar a memória para não perder aquela experiência tão bela do primeiro amor, que alimenta a esperança. Tantas vezes é escura, a esperança, mas siga adiante. Creia, vá, porque sabe que a esperança não desilude os que querem encontrar Jesus. Esses dois parâmetros são justamente o quadro no qual podemos proteger essa salvação dos justos que vem do Senhor”.
Uma salvação, afirma o Papa citando o trecho do Evangelho, que deve ser protegida para que o pequeno grão de mostarda cresça e dê frutos.
“Dão pena, fazem tanto mal tantos cristãos pela metade do caminho, tantos cristãos falidos neste caminho rumo ao encontro com Jesus, este caminho no qual perderam a memória do primeiro amor e não têm esperança. Peçamos ao Senhor a graça de proteger o presente, o dom da salvação”.
http://papa.cancaonova.com/papa-cita-memoria-e-esperanca-como-parametros-do-cristao/
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Julio Cesar disse:

Maduro decide mandar bala em manifestantes. Nossas esquerdas aplaudem!


Vou falar do governo assassino de Nicolás Maduro, na Venezuela. Mas, antes, uma lembrança.
Dilma Rousseff, a nossa governanta, discursou no dia 28 na 2ª Sessão Plenária da III Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC), na Costa Rica. Referiu-se às conversações em curso entre Cuba e Estados Unidos nestes termos:

“Recentemente, presenciamos um fato de transcendência histórica: o anúncio da normalização das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos. Assim, começa a se retirar da cena latino-americana e caribenha o último resquício da Guerra Fria em nossa região. Não tenho dúvidas de que a CELAC tem sido um catalisador desse processo. Foram necessários coragem e sentido de responsabilidade histórica por parte dos presidentes Raúl Castro e Barack Obama, para dar esse importante passo. Os dois Chefes de Estado merecem nosso reconhecimento pela decisão que tomaram –  benéfica para cubanos e norte-americanos, mas, sobretudo, benéfica para todos os cidadãos do continente. Merece, igualmente, nosso reconhecimento o Papa Francisco, por sua importante contribuição nesse processo. Não podemos esquecer, todavia, de que o embargo econômico, financeiro e comercial dos Estados Unidos a Cuba ainda continua em vigor. Essa medida coercitiva, sem amparo no Direito Internacional, que afeta o bem-estar do povo cubano e prejudica o desenvolvimento do país, deve, tenho certeza, do ponto de vista de todos os países aqui representados, ser superada. O Brasil, ao financiar as obras do Porto de Mariel, inaugurado à margem da Cúpula da CELAC em Havana, atuou em prol de uma integração abrangente. Agradecemos ao governo cubano e ao povo cubano a grande contribuição que tem dado ao Brasil no atendimento a serviços básicos de saúde para 50 milhões de brasileiros.”
Bem… Cuba é que deveria ser grata ao Brasil, não? Há 7.400 médicos cubanos por aqui. Cada um custa 10 mil por mês, mas ficam com apenas R$ 2,9 mil desse dinheiro. O resto vai para a ditadura dos irmãos Castro. A escravidão moderna rende, líquidos, à ilha R$ 52.540.000 por mês — ou R$ 630,48 milhões por ano. Um negócio e tanto. Mais: o porto de Mariel é negócio de pai para filho. Consta que não conhecemos dessa história nem a metade. Mas sigamos.
Reparem que, em seu discurso, Dilma censurou os EUA pelo embargo, mas não censurou Cuba pela ditadura. A soberana não deve achar que seja esse um assunto grave. E, agora sim, posso voltar à Venezuela. O governo de Maduro assinou uma resolução que permite às Forças Armadas abrir fogo — atirar mesmo, pra valer — contra manifestantes. Em outras palavras: matá-los. O texto, informa a http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mundo/206122-venezuela-autoriza-atirar-contra-protesto.shtml Folha, estabelece o seguinte: “diante de uma situação de risco mortal, o funcionário militar aplicará [o] uso da força potencialmente mortal, com arma de fogo ou outra arma potencialmente mortal”.   
O texto viola dois artigos da Constituição, mesmo aquela que há lá, bolivariana, talhada ao gosto dos tiranos: o 68, que “proíbe o uso de armas de fogo [...] no controle de manifestações pacíficas; e o 332, segundo o qual os “órgãos de segurança cidadã são de caráter civil [e não militar].” E daí?
O governo do Brasil, que lisonjeia a ditadura cubana e critica os EUA, uma democracia, é um dos principais aliados do regime venezuelano. Com a liderança de que dispõe no continente, o nosso país estaria obrigado a se manifestar sobre a decisão de Maduro, mas não vai. Prefere se esconder na chamada “não-ingerência em assuntos internos” de outro país.
Como esquecer que Dilma Rousseff e Cristina Kirchner deram um verdadeiro golpe no Mercosul para abrigar a Venezuela, violando, inclusive, a cláusula do tratado que define o bloco? A dupla se aproveitou de uma crise política no Paraguai para suspender esse país do Mercosul e dar abrigo, então, a Hugo Chávez.
Reitero: essa resolução viola uma cláusula do tratado do Mercosul. Não se ouvirá um pio. Dilma acha o embargo dos EUA a Cuba um crime de lesa humanidade, mas não vê nada de mais que se matem pessoas nas ruas feito moscas. Afinal, Lula já chegou a dizer que, na Venezuela, “existe democracia até demais”.
A democracia da bala.
Por Reinaldo Azevedo
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição


Julio Cesar disse: