segunda-feira, 16 de março de 2015

Vítimas cristãs quadruplicam em dois anos



Cidade do Vaticano (RV) – Ao cruzar dados de três grandes Organizações não-governamentais (Open Door InternationalAjuda à Igreja que Sofre e Anistia Internacional) que divulgam levantamentos sobre a situação dos cristãos no mundo, as estatísticas revelam que eles constituem 70% das vítimas de ódio religioso.
Além disso, em 2 anos o número de mortos quadruplicou, passando de 1.201 em 2012 para 4.344 em 2014. Números que levaram o embaixador de Israel nas Nações Unidas, Ron Prosor, a declarar que “os cristãos são os judeus no novo milênio”.
Além das vítimas, 1.602 igrejas foram queimadas ou destruídas. Na lista negra dos 10 países onde os cristãos são perseguidos, 8 são muçulmanos. No primeiro lugar desta lista está a Coreia do Norte.
No Oriente Médio, de acordo com o Center for American Progress, o número de cristãos no Egito, Síria, Iraque e Líbano reduziu cerca de 5%. No Egito, os coptas – que representam 10% da população – são protegidos pela presidência. No Iraque, no ano 2000, os cristãos eram mais de 1,5 milhão. Hoje, estão reduzidos a um terço.
As perseguições contra os cristãos são, frequentemente, de caráter econômico ou étnicos. Contudo, é nos países muçulmanos que a vida tem sido mais difícil aos cristãos: Irã, Arábia Saudita, Líbia e Nigéria. No Paquistão, os cristãos representam apenas 2% da população e são ameaçados pela lei da blasfêmia. Em todos os países citados, o proselitismo é proibido. (RB)
O ataque a um colégio de freiras em Bengala Ocidental levou cristãos a protestar contra o governo do primeiro-ministro Narendra Modi. No ataque, uma freira de mais de 70 anos de idade foi estuprada.

A polícia informou que dez pessoas foram detidas para interrogatório, mas os responsáveis pelo estupro ainda não foram presos. A escola fica no distrito de Nadia, a nordeste de Kolkata, a capital de Bengala Ocidental. A vítima foi internada.

Com orações e vigílias, cristãos em todo o país protestaram contra a brutalidade dos agressores e lideranças católicas afirmam que Modi não está fazendo o suficiente para proteger os cristãos. Querem mais segurança em igrejas e outras instituições religiosas.

Cristãos protestam na Índia contra estupro de freira septuagenária


Freiras católicas participam dos protestos contra o estupro de uma freira, na Índia


Parlamentares de oposição alertaram nesta segunda-feira que o ataque pode prejudicar a estrutura social secular do país, onde cerca de um quinto da população de 1,2 bilhão de habitantes segue outras religiões que não o hinduísmo.

Perseguição - Desde dezembro, pelo menos seis igrejas foram vandalizadas, e grupos hindus pressionam pela conversão de praticantes de religiões consideradas "estrangeiras", como o cristianismo e o islamismo.

No final do ano passado, informou o Washington Post, nacionalistas hindus invadiram um pequeno vilarejo onde viviam várias famílias convertidas ao Cristianismo há mais de uma década. Realizaram uma cerimônia de purificação com fogo, arrancaram uma cruz do local e colocaram um pôster do deus Shiva, declarando o espaço um templo.

No último domingo, uma igreja católica que estava sendo construída no Estado de Haryana foi vandalizada e a cruz foi substituída por uma pequena estátua de um deus hindu.

O padre Savari Muthu, porta-voz da Arquidiocese de Nova Délhi, disse que o governo não está realizando "ações concretas para proteger os cristãos". "Temos de erguer nossa voz contra essas atrocidades. Os cristãos não vão tolerar essa humilhação", disse, em declaração reproduzida pela agência Reuters. Suas palavras fazem coro a outros críticos insatisfeitos com a inação do primeiro-ministro para assegurar a harmonia religiosa em um país com histórico de conflitos.

Madre Teresa - Há algumas semanas, o líder do Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS), um grupo fundamentalista hindu de cujas fileiras saiu o assassino do pacifista Mahatma Gandhi (nenhum parentesco com a dinastia política), disse que o trabalho de caridade de Madre Teresa de Calcutá tinha como objetivo converter os pobres ao cristianismo.

As críticas foram imediatas ao afirmar que a declaração de Mohan Bhagwat incentivava a tensão religiosa. O partido de Modi, Bharatiya Janata, foi criado a partir do RSS, que condenou o estupro da freira. "Nenhum ataque contra qualquer mulher na Índia deve ser tolerado, seja ela hindu, muçulmana ou cristã", disse o secretário-geral do partido, Suresh Joshi.

Em fevereiro, pouco depois de o presidente Barack Obama pedir respeito pela liberdade religiosa, em visita ao país, o primeiro-ministro indiano prometeu uma operação contra a violência religiosa.

http://veja.abril.com.br/noticia/mundo/cristaos-protestam-na-india-contra-estupro-de-freira-septuagenaria
Nota do Moderador desse blog, sobre a materia em exposição

Julio Cesar disse:

As situações dos cristãos no mundo revelam que eles constituem 70% das vítimas de ódio religioso. Em 2 anos o número de mortos quadruplicou, passando de 1.201 em 2012 para 4.344 em 2014.

Além das vítimas, 1.602 igrejas foram queimadas ou destruídas. Na lista negra dos 10 países onde os cristãos são perseguidos, 8 são muçulmanos. No primeiro lugar desta lista está a Coreia do Norte.

São números assustadores. São muitos Santos entrando na Glória de Deus. Homens, Mulheres, Crianças que são mortos por sua fé, por acreditarem e amarem um único Deus e Senhor e todas as coisas. Homens e mulheres, adolescentes e crianças, vitimas de um ódio mortal. Não somente dos homens, mais de todo o inferno, que encontrou nos corações dos algozes, um vazio existencial, para que o inferno implantasse o vírus da indiferença.

Esses homens, e mulheres, adolescentes, fazem parte de minha fé. Sempre olho para eles, como força para continuar na minha frágil fé, diante de tantas lutas, que às vezes, pelo nossa fragilidade e fraqueza, achamos que não estar tendo resultado as nossas suplicas. Mas, olhem para essas pessoas. Todas elas acreditam firmemente em Deus. São pessoas que constantemente rezam, lutam, esperam em Deus. Mesmo que as situações se mostrem ao contrário. São pessoas firmes, pessoas que acreditam em Deus e no céu. Sabem que, as suas vidas não estão aqui, mais estar inscrita na vida eterna.


Claro, ninguém quer ou deseja morrer. Todos têm sonhos, planos que são interrompidos pelo ódio. Esses meus irmãos, vitimas do ódio, me ensinam a ser um verdadeiro Cristão, firme na fé, que ama, que perdoa, que sempre desejam viver plenamente a graça de ser feliz em Deus, mesmo que tudo concorra para que isso não aconteça. Mas, permanecem fieis até o final.

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